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Esta iniciativa consite em ações que possibilitem momentos de reflexão e construção pedagogica, abrangendo ainda propostas significativas para a prática cotidiana do educadores. De acordo com o contexto escolar e vivências as ideias e sugestões podem ser adequadas as necessidades reais nas expectativas de educadores e educandos
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4 de jan. de 2014

CONTEÚDOS – César Coll

ALUNO – SUJEITO DE SUA PRÓPRIA APRENDIZAGEM


Conteúdos Conceituais :


► construção ativa das capacidades para operar com símbolos, idéias, imagens, representações
►mais simples ► mais complexos
► aprendizagem – indas e vindas, avanços, recuos
► idéias provisórias – ampliam, modificam, indo a conceitos cada vez mais precisos
► abrangem: fatos, princípios


Conteúdos Atitudinais:

►normas
►valores
►atitudes
►Atitudes = são complexas
                  ►cognição ( conhecimentos e crenças)
                  ► afetos ( sentimentos e preferências )
                  ►condutas ( ações e declarações de intenção)


Conteúdos Procedimentais


►(saber fazer- “savoir faire”
► apropriação de ferramentas da cultura humana necessárias para viver – ex. saber se vestir, amarrar os sapatos
► procedimentos importantes no processo de conquista da independência

19 de out. de 2013

RESUMO DO CONTEÚDO PEDAGÓGICO


Resenha dos 20 Pensadores:


1. OLIVEIRA, Marta K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio- histórico.

Resumo:
Este livro apresenta uma síntese das idéias de  Vygotsky, enfatizando especialmente a importância dada à cultura e a Linguagem na constituição do ser humano, a autora explora as relações entre desenvolvimento e aprendizado, pensamento e linguagem e aspectos biológicos e culturais do funcionamento psicológico.
Palavras-chave:
PSICOLOGIA DA EDUCACAO; PERSONALIDADES; APRENDIZAGEM.

Para Vygotsky, a aprendizagem sempre inclui relações entre pessoas. Ele defende a idéia de que não há um desenvolvimento pronto e previsto dentro de nós que vai se atualizando conforme o tempo passa.

O processo de apropriação do conhecimento se dá nas relações reais do sujeito com o mundo. Vygotsky distingue dois tipos de conceitos: o primeiro é o cotidiano e prático, desenvolvidos nas práticas das crianças no cotidiano, nas interações sociais; o segundo é o cientifico, adquiridos por meio de ensino, pelos processos deliberados de instrução escolar.

De acordo com Oliveira, “Vygotsky afirma que =diferentes culturas produzem modos diversos de funcionamento psicológico.

é necessário ter em mente que, a proposta de Vigotsky é que se intervenha de forma decidida e significativa nos processos de desenvolvimento da criança no sentido de ajudá-la a superar eventuais dificuldades, recuperar possíveis defasagens cognitivas e auxiliá-la a ativar áreas potenciais imediatas de crescimento e desenvolvimento.

2 ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para REENCANTAR a educação – epistemologia e didática.

Resumo:

Apesar do panorama desolador no sistema educacional brasileiro, tanto em termos de técnicas, metodologias e experiências criativas, o autor defende uma persistência dos processos de aprendizagem, em que os processos vitais e os de conhecimento despertem novidades fascinantes e motivações positivas para REENCANTAR a educação

As circunstâncias adversas produziram o negativismo, no qual aqueles que dantes pareciam progressistas e inovadores desembocam, nas palavras do autor, num ?apartheid neuronal?, onde as ecologias cognitivas inexistem. Com o conhecimento e o aprender interagindo como assuntos obrigatórios, o mercado que promove as tendências de inclusão e exclusão deve dar lugar a uma relação onde os homens e as máquinas são parte do mesmo processo, todos agindo em prol da vida, do conhecimento

E a insensibilidade, devem abrir caminho para a explosão dos espaços de conhecimento, onde a educação sai do mero discurso e promove a revitalização do tecido social e do conhecimento, com todos os valores a si inerentes. Os processos cognitivos carecem de uma visão antropológica séria, que mesmo complexa traga lucidez política e ética, onde a solidariedade produza consensos políticos e educacionais, onde a criatividade se revista de ternura e felicidade individual e coletiva.

******Como o prazer e a ternura na educação passa pela experiência sensorial do corpo, a morfogênese do conhecimento tem que ser dinâmica, prazerosa e curativa, com uma pluri-sensualidade que passe pelo cérebro, pelas emoções, e se expresse no corpo. Assim, o monopólio da educação visual-auditiva dará lugar a uma educação instrutiva e criativa, cheia de encantamentos e acessível, comprometida com o social e centrada no prazer de aprender e ensinar, e onde a educação se reveste novamente de encantos. ******

3 COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula.

Resumo:

O artigo tem por base a fala de uma criança quando questionada sobre como conseguiu ser aprovada na 1ª série, após haver revelado grandes dificuldades no processo de alfabetização. É um estudo que faz a relação entre essa fala da criança e o Construtivismo. Aborda conceitos de Piaget e de pesquisadores sobre o Construtivismo, que fornecem dados para se compreender o sujeito que aprende.

“Aprender é construir”.  A aprendizagem contribui para o desenvolvimento na medida em que aprender não é copiar ou reproduzir a realidade. Para a concepção construtivista, aprendemos quando somos capazes de elaborar uma representação pessoal sobre um objeto da realidade ou conteúdo que pretendemos aprende

Procurar-se-á aqui encontrar nessa frase conceitos do Construtivismo dentro de cada parte dela. O aluno, ao ser questionado sobre como conseguira se aprovado, dando uma definição bem abrangente,  que envolve desde a elaboração do processo até como conseguiu chegar ao final, dentro de sua sabedoria ingênua e simples, respondeu:

“É assim, Ó, eu fui fazendo, fazendo,

Eu fui tentando e aí eu consegui. (…)

Tem que ir ajeitando na minha cabeça,

Misturando com as outras coisas.”

Através dessa análise percebe-se que esta criança realmente conseguiu elaborar, de maneira ingênua e simples, uma frase  onde é colocada toda uma sabedoria infantil e que consegue explicar toda uma concepção. Certo é que não se  utilizou de um discurso lingüístico com diversidades de palavras que até pudessem fazer parte do seu vocabulário no cotidiano, mas, numa frase curta, ela englobou, de certo modo, toda uma visão da concepção construtivista..

4 COLL, César; MARTÍN, Elena e colaboradores. Aprender conteúdos & desenvolver capacidades.

Resumo:

Aprender Conteúdos e Desenvolver Capacidades

CESAR COLL & ELENA MARTÍN

O que queremos ensinar aos alunos na escola? Como se pode contribuir, a partir das distintas áreas, à aquisição das capacidades básicas? Realmente trabalhamos em aula com essas capacidades? É possível avaliá-las?… Perguntas que continuamente muitos professores se fazem e que mostram a relevância do desenvolvimento das capacidades no ensino.
Este livro analisa o processo de tomada de decisões que determina o planejamento e a colocação em prática do currículo, a partir da perspectiva das capacidades e dos conteúdos. Após apresentar e revisar com clareza esse processo, os reconhecidos professores espanhóis César Coll, Elena Martín e seus colaboradores se dedicam a ilustrar sua aplicação em diversas áreas do currículo, como: língua e literatura, matemática, ciências sociais, ciências naturais e tecnologia.

5 CONTRERAS, José. A autonomia dos professores.

Resumo:

Como resultado das mudanças sociais, políticas e econômicas pelas quais estamos passando hoje existe uma preocupação latente em se realizar pesquisas que busquem compreender o exercício da docência e dos processos de construção da identidade,profissionalidade e profissionalização do professor.

Três grandes partes compostas de oito capítulos que versam sobre a preocupação do autor com a apropriação indiscriminada, banalizada e generalizada dos termos profissionalização e autonomia de professores

Na primeira parte – A autonomia perdida: a proletarização dos professores

– Contreras analisa o problema do profissionalismo no ensino, em especial o processo de proletarização pelo qual passa o professor, os vários significados do que é ser profissional e à profissionalidade.

Na segunda parte – Modelos de professores: em busca da autonomia profissional do docente –, são discutidos três modelos tradicionalmente aceitos com respeito à profissionalidade dos professores, a saber: o especialista técnico, o profissional reflexivo e o intelectual crítico

3ª PARTE=autonomia e seu contexto – é estabelecida uma visão global do que se deve entender por autonomia de professores.

Contreras toma como bases teóricas as idéias

O professor será autônomo quando a escola for autônoma, ou seja, quando tanto o professor quanto a escola forem realmente os idealizadores das práticas educativas e não apenas aplicadores de receitas mágicas prescritas fora dos muros da escola e sem o aval e a reflexão da comunidade na qual está inserida.

Esta obra, portanto, destina-se à todos aqueles que procuram entender a autonomia professoral como forma de melhoria do processo educativo, no qual o professor tem um papel fundamental.

6 DELORS, Jacques e EUFRAZIO, José Carlos. Educação: um tesouro a descobrir.

Resumo:

O livro Educação: um Tesouro a Descobrir, sob a coordenação de Jacques Delors, aborda de forma bastante didática e com muita propriedade os quatro pilares de uma educação para o século XXI, o trabalho de pessoas comprometidas a buscar uma educação de qualidade. “À educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permite navegar através dele”..

Segundo Delors, a prática pedagógica deve preocupar-se em desenvolver quatro aprendizagens fundamentais, que serão para cada indivíduo os pilares do conhecimento: aprender a conhecer indica o interesse, a abertura para o conhecimento, que verdadeiramente liberta da ignorância; aprender a fazer mostra a coragem de executar, de correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar; aprender a conviver traz o desafio da convivência que apresenta o respeito a todos e o exercício de fraternidade como caminho do entendimento; e, finalmente, aprender a ser, que, talvez, seja o mais importante por explicitar o papel do cidadão e o objetivo de viver.

Para mudar nossa história e lograr conquistas, precisamos ousar em cortar as cordas que impedem o próprio crescimento, exercitar a cidadania plena, aprender a usar o poder da visão crítica, entender o contexto desse mundo, ser o ator da própria história, cultivar o sentimento de solidariedade, lutar por uma sociedade mais justa e solidária e, acima de tudo, acreditar sempre no poder transformador da educação.

7 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente.

Resumo:

Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Resumo:
Paulo Freire nos ensina a ensinar partindo do ser professor, ele reflete sobre saberes necessários à prática educativo-crítica fundamentados numa ética pedagógica e uma visão de mundo alicerçadas em rigorosidade, pesquisa, criticidade, risco, humildade, bom senso, tolerância, alegria, curiosidade, esperança, competência, generosidade, disponibilidade… molhadas pela esperança. Autonomia que faz da própria natureza educativa. Sem ela não há ensino, nem aprendizagem.(Gadotti, Moacir).
Palavras-chave:
PRATICAS EDUCATIVAS; EDUCACAO; PEDAGOGIA DA AUTONOMIA; PROFESSORES.

8 GARDNER, Howard; PERKINS, David; PERRONE, Vito e colaboradores. Ensino para a compreensão.

A pesquisa na prática

Resumo:

Parte I
fundamentos do ensino para a compreensÃo
1. por que precisamos de uma pedagogia da compreensão
2. o que é a compreensão?
parte II
o ensino para a compreensÃo em sala de aula
3. o que é ensino para a compreensão?
4. como os professores aprendem a ensinar para a compreensão
5. como é o ensino para a compreensão na prática?

parte III
a compreensÃo dos alunos em sala de aula
6. quais são as qualidades da compreensão?
7. como os alunos demonstram sua compreensão?
8. o que os alunos compreendem em classes de ensino para a compreensã?
9.promovendo o ensino para a compreensÃo
10. como podemos preparar novos professores?
11. como o ensino para a compreensão pode ser ampliado nas escolas?

Resenha:É consenso, hoje, que a escola precisa ensinar seus alunos a compreender e a pensar, de modo que possam ser bem-sucedidos nessa era de constante transformação e desenvolvimento tecnológico. neste livro, um grupo de renomados professores, propõe uma nova forma de ensinar, decorrente de uma pesquisa conjunta de seis anos. eles descrevem as bases teóricas subjacentes à estrutura do ensino para a compreensão, o processo e os resultados de sua aplicação em uma variedade de cenários de sala de aula, e as implicações para a formação de professores e a transformação da escola.

9 HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança

Resumo:

Palavras-chave:
ENSINO ; CONHECIMENTO; TECNOLOGIA; APRENDIZAGEM; EDUCACAO; SOCIEDADE DO CONHECIMENTO .

Resumo:
Capítulo 1:. O ensino para a sociedade do conhecimento: educar para a inventividade – Capítulo 2: O ensino para além da sociedade do conhecimento: do valor do dinheiro aos valores do bem – Capítulo 3: O ensino apesar da sociedade do conhecimento I: o fim da inventividade – Capítulo 4: O ensino apesar da sociedade do conhecimento II: a perda da integridade Capítulo 5: A escola da sociedade do conhecimento: uma entidade em extinção – Capítulo 6: Para além da padronização: comunidades de Aprendizagem profissional ou seitas de treinamento para o desempenho? – Capítulo 7: O futuro do ensino na sociedade do conhecimento: repensar o aprimoramento, eliminar o empobrecimento.

10 HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho.

Resumo:

Estão reunidos, nesta obra,  princípios essenciais da avaliação, no sentido da efetiva promoção da aprendizagem, de uma ação que se projeta no futuro, embasada em princípios éticos de respeito às diferenças. Estabelecendo relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos de aprendizagem, a autora desenvolve questões sempre polêmicas nas escolas: a análise de tarefas avaliativas, o papel dos professores

como mediadores em vários momentos de sala de aula, estudos de recuperação, a elaboração de testes, os registros de avaliação e outras.

“Avaliar para promover: as setas do caminho”, Ao fazer o Caminho de Santiago de Compostella, na Espanha, “as setas do caminho” foi uma metáfora utilizada sobre as setas amarelas que guiam os peregrinos durante a sua caminhada, uma vez que o livro aborda com profundidade os princípios fundamentais que devem nortear os rumos dos educadores que pretendem desenvolver sua prática avaliativa no sentido de promover melhores oportunidades de aprendizagem aos alunos.
O LIVRO segue também algumas dessas setas. Tem seus pontos de ancoragem na convicção de que os pilares essenciais para uma boa educação, ensinar e de aprender, a construção de alternativas pedagógicas para se alcançar uma escola para todos e a valorização de princípios éticos e de cidadania.

11 LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário

Resumo:

Capítulo 1
ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário

capítulo 2
para transformar o ensino da leitura e da escrita

capítulo 3
apontamentos a partir da perspectiva curricular

capítulo 4
É possível ler na escola?

capítulo 5
o papel do conhecimento didático na formação do professor

Resenha:Este livro testemunha um esforço constante para analisar as mudanças nas práticas docentes e teorizar sobre as ações necessárias para que tais mudanças ocorram.

12 MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos.

Resumo:

Ensino que Funciona – Estratégias Baseadas em Evidências para Melhorar o Desempenho dos Alunos
O que funciona na Educação? Como a pesquisa educacional encontra seu caminho até a sala de aula? Como podemos aplicá-la para ajudar nossos estudantes individualmente?
Perguntas como essas surgem na maioria das escolas, e os educadores, ocupados, freqüentemente não têm tempo para encontrar as respostas. Os autores examinam décadas de achados de pesquisa para destilar os resultados em novas e amplas estratégias de ensino que têm efeitos sobre a aprendizagem do aluno, tais como:
Identificar semelhanças e diferenças.Resumir e tomar notas.
Reforçar o esforço e proporcionar reconhecimento.
Praticar a aprendizagem cooperativa.
Estabelecer objetivos e dar feedback.Gerar e testar hipóteses.
Fazer perguntas, dar sugestões e usar organizadores avançados.

13 MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro

Resumo:

No livro Os sete saberes necessários à educação do futuro, Morin apresenta o que ele mesmo chama de inspirações para o educador ou os saberes necessários a uma boa prática educacional.

1º Saber – Erro e ilusão

Não afastar o erro do processo de aprendizagem. Integrar o erro ao processo, para que o conhecimento avance.

- A educação deve demonstrar que não há conhecimento sem erro ou ilusão

2º Saber – O conhecimento pertinente

Juntar as mais variadas áreas de conhecimento, contra a fragmentação. Para que o conhecimento seja pertinente, a educação deverá tornar evidentes:

O contexto , O global. O  o ser humano é multidimensional: é biológico, psíquico, social e afetivo. A sociedade contém dimensões históricas, econômica, sociológica, religiosa.

O complexo – ligação entre a unidade

3º Saber – Ensinar a condição humana

Não somos um algo só. Somos indivíduos mais que culturais – somos psíquicos, físicos,biológicos, etc.

A educação do futuro deverá ser um ensino centrado na condição humana

4º Saber – Identidade terrena

Saber que a Terra é um pequeno planeta, que precisa ser sustentado a qualquer custo.

5º Saber – Enfrentar as incertezas

Por muito que o progresso se tenha desenvolvido não nos é possível, nem com as melhores tecnologias, prever o futuro. O futuro continua aberto e imprevisível. O futuro chama-se incerteza.

6º Saber – Ensinar a compreensão

A comunicação humana deve ser voltada para a compreensão. Introduzir a compreensão; compreensão entre departamentos de uma escola, entre alunos e professores, etc.

Educar para compreender uma dada matéria de uma disciplina é uma coisa, educar para a compreensão humana é outra, esta é a missão espiritual da educação: Para uma compreensão da humanidade temos que ensinar e aprender com os obstáculos que existem para a compreensão.

7º Saber – Ética do gênero humano

É a antropo-ética: não desejar para os outros, aquilo que não quer para você. A antropo-ética está ancorada em três elementos:

Indivíduo

Sociedade

Espécie

Trabalhar para a humanização da humanidade; obedecer à vida, guiar a vida; realizar a unidade planetária na diversidade; respeitar ao mesmo tempo no próximo, a diferença e a identidade consigo próprio; desenvolver a ética da solidariedade; da compreensão; ensinar a ética do género humano. A antropo-ética tem assim a esperança na realização da humanidade como consciência e cidadania planetária. Ensinar a democracia. ENSINAR O AMOR…………

7 SABERES

1=ERRO E ILUSÃO.

2=O CONHECIMENTO PERTINENTE.

3=ENSINAR A CONDIÇÃO HUMANA.

4=IDENTIDADE TERRENA.

5=ENFRENTAR AS INCERTEZAS.

6=ENSINAR A COMPREENSÃO.

7=ÉTICA DO GÊNERO HUMANO.

14 PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar.

Resumo:

Este livro privilegia as práticas inovadoras e, portanto, as competências emergentes, aquelas que deveriam orientar as formações iniciais e continuas, aquelas que contribuem para a luta contra o fracasso escolar e desenvolvem a cidadania, aquelas que recorrem à pesquisa e enfatizam a prática reflexiva.

1) organizar e dirigir situações de aprendizagem ; 2) administrar a progressão das aprendizagens ; 3) conceber e fazer com que os dispositivos de diferenciação evoluam ; 4) envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho ; 5) trabalhar em equipe ; 6) participar da administração da escola ; 7) informar e envolver os pais ; 8) utilizar novas tecnologias ; 9) enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão ; 10) administrar a própria formação continua.

15 PIAGET, Jean. Para onde vai a educação?.

Resumo:
A parte inicial do livro, nos dá uma visão do ensino de hoje, particularmente o das ciências, e indica as fórmulas para o seu desdobramento futuro – tremenda incógnita que desafia homens de pensamento e homens de ação. A segunda parte deste livro – “o direito à educação no mundo atual”- pode ser resumida neste tópico do autor: “Afirmar o direito da pessoa humana à educação é assumir uma responsabilidade muito mais pesada do que assegurar a cada um a capacidade de ler, escrever e contar. È garantir a toda criança o inteiro desenvolvimento de suas funções mentais e a aquisição de conhecimentos e valores morais correspondentes ao exercício de suas funções, até adaptação à vida social atual”.

Palavras-chave:
EDUCACAO; CIENCIA.

16 PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino

Resumo:
Tudo o que julgamos saber sobre a inteligência, sua origem, gênese, fases diferentes do desenvolvimento, Jean Piaget focaliza num trabalho que é o resultado de 40 anos de pesquisas. Em ‘Psicologia e Pedagogia’, o Autor estuda o problema dos novos métodos psicológicos aplicados à Pedagogia. Jean Piaget, ao mesmo tempo em que demonstra as falhas da Pedagogia tradicional, retraça a história das tentativas mais importantes que vêm sendo feitas neste campo há mais de meio século, dá uma resposta pessoal – e que certamente causará grande impacto – à permanente crise do ensino. Palavras-chave:
PEDAGOGIA; PSICOLOGIA DA EDUCACAO; METODOLOGIA DO ENSINO.

Primeira parte: Educação e instrução desde 1935

1- A evolução da pedagogia

2- Os progressos da psicologia da criança e do adolescente

3- A evolução de alguns ramos do ensino

4- A evolução dos métodos de ensino

5- As transformações quantitativas e a planificação do ensino

6- As reformas de estrutura, os programas e os problemas de orientação

7- A colaboração internacional em matéria de educação

8- A formação dos professores do primeiro e do segundo grau

Segunda parte: Os novos métodos, suas bases psicológicas

1- A gênese dos novos métodos

2- Princípios de educação e dados psicológicos

17 TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional

RESUMO:

As pesquisas sobre formação e profissão docentes apontam para uma revisão da compreensão da prática pedagógica do professor, que é tomado como mobilizador de saberes profissionais.

Considera-se assim que este, em sua trajetória, constrói e reconstrói seus conhecimentos conforme a necessidade de sua utilização, suas experiências, seus percursos formativos e profissionais

Palavras-chave: saberes docentes, conhecimento, formação de

professores, pesquisa educacional, ensino

18 TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo.

Resumo:

Este trata-se de um livro, proveniente de pesquisas bibliográficas e opiniões do autor quanto a própria visão sobre a “revolução” de que sofremos hoje.O livro retrata os dias de hoje na educação, uma vez que após grandes evoluções adquirimos grandes desafios, revelando, com intensidade, a crise gerada através da popularização de aparelhos de TV, e frisando valores do tipo família, socialização e democracia.

Percebe-se, neste meio, como certos tópicos conseguem atrapalhar e ajudar, dependendo, muitas vezes, unicamente, da dosagem e da maneira aplicada. Indica que, com toda estas mudanças, o mercado de trabalho passou a ficar mais exigente, onde o mesmo associa que, em decorrência das novas tecnologias à educação, ter-se-á um empregado melhor preparado.Em um importante e considerável debate, o autor se posiciona em relação ao ensino privado e ao ensino público, cujos mesmos apresentam seus lados positivos e negativos, dando a oportunidade, então, de Tedesco mostrar as vantagens de um em relação ao outro. É um livro que capaz de orientar certos pensamentos e reflexões, que dizem respeito a educação num todo.

SÍNTESE O NOVO PACTO EDUCATIVO

Descrição as mudanças sociais, políticas e econômicas ocorridas no mundo tendem a exigir que a escola assuma as características de uma instituição “total”: além de responsabilizar-se pela formação do núcleo básico de desenvolvimento cognitivo, ela deve formar também a personalidade dos jovens. neste livro o autor discute as transformações que o ensino deverá sofrer para adequar-se às novas demandas sociais e propões as linhas mestras de um projeto educacional que assegure à escola do futuro um caráter universal e democrático.

19 VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora

Resumo:

A avaliação da aprendizagem vem se constituindo um sério problema educacional desde há muito tempo. A partir de década de 60, no entanto, ganhou ênfase em função do avanço da reflexão crítica que aponta os enormes estragos da prática classificatória e excludente: os elevadíssimos índices de reprovação e evasão escolar, aliados a um baixíssimo nível de qualidade da educação escolar tanto em termos de apropriação do conhecimento quanto de formação de uma cidadania ativa e crítica.
Mais recentemente, a avaliação está também muito em pauta em função das várias iniciativas tomadas por mantenedoras, públicas ou privadas, no sentido de reverter este quadro de fracasso escolar. Entendemos, todavia, que a discussão sobre avaliação não pode ser feita de forma isolada de um projeto político-pedagógico, inserido num projeto social mais amplo.
Neste trabalho nos aproximamos intensa e especificamente, das práticas concretas de avaliação da aprendizagem, através das representações e, sobretudo, pelas observações do cotidiano escolar. As formas de mediação que trazemos representam uma sistematização de práticas que já vêm ocorrendo, só que, muitas vezes, de maneira dispersiva, inconsciente, fragmentada ou mesmo contraditória.
O professor normalmente espera sugestões, propostas, orientações para sua tão desafiadora prática; muitos gostariam até de algumas “receitas”; sabemos, no entanto, que estas não existem, dada a complexidade e dinâmica da tarefa educativa. Entendemos que é necessário o professor desenvolver um método de trabalho, justamente para não ficar escravo de simples técnicas e procedimentos, que podem variar muito de acordo com a “onda” do momento.
Ao trabalharmos com a dimensão das mediações, visamos, de um lado, apresentar algumas possibilidades, tiradas da própria prática das escolas e dos educadores que estão buscando hoje uma forma de superação da avaliação seletiva, e, de outro, refletir sobre possíveis equívocos que se pode incorrer na tentativa de mudar as práticas tradicionais.

20 ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar

Resumo:

O argumento deste livro consiste em uma atuação profissional baseada no pensamento prático, mas com capacidade reflexiva e que necessitamos de meios teóricos para que a análise da prática seja verdadeiramente reflexiva.

- As variações Metodológicas da Intervenção na aula

- O Construtivismo

AS RELAÇÕES INTERATIVAS EM SALA DE AULA:- o papel dos professores e alunos

PAPEL DOS AGRUPAMENTOS

Cada tipo de agrupamento comporta vantagens e inconvenientes, certas possibilidades e certas potencialidades educativas diferentes.

A Escola como grande grupo

Organização da classe em equipes fixas, móveis e flexíveis .

A ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS

*multidiciplinaridade,interdisciplinaridade; transdisciplinaridade

OS MATERIAIS CURRICULARES E OUTROS RECURSOS DIDÁTICOS

Suporte de Informática:-Multimídia:-

A AVALIAÇÃO

SÍNTESE DOS 20 LIVROS…

1-aprendizado edesenvolvimento; um processo sócio-histórico,2= Metáforas novas para reencantar aeducação – epistemologia e didática;3= O construtivismo na sala de aula, 4= Aprender conteúdos & desenvolver capacidades; 5= A autonomia dos professores; 6= um tesouro a descobrir;7= Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente; 8=Ensino para a compreensão. A pesquisa na prática.;9= O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança; 10= Avaliar para promover: as setas do Caminho; 11= Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário; 12= Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos; 13= Os sete saberes necessários à educação do futuro; 14= 10 novas competências para ensinar. ;15= Para onde vai a educação?.16= Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino; 17=Saberes docentes e formação profissional.; 18= O novo pacto educativo; 19=Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora., 20=A prática educativa: como ensinar.

SÍNTESE DOS 20===-aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio-histórico, Metáforas novas para reencantar a Educação, epistemologia e didática; O construtivismo na sala de aula,Aprender conteúdos & desenvolver capacidades;  A autonomia dos professores; um tesouro a descobrir;Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente; Ensino para a compreensão, A pesquisa na prática..; O ensino na sociedade do conhecimento:educação na era da insegurança;  Avaliar para promover: as setas do Caminho;  Ler e escrever na escola: o real, o possível,o necessário…

Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos;  Os sete saberes necessários à educação do futuro;  10 novas competências para

ensinar. Para onde vai a educação?. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino; Saberes docentes e formação profissional.;  O novo pacto educativo; Avaliação da Aprendizagem- Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora., A prática educativa: como ensinar.

PLANO DE ESTUDO

1=20 LIVROS PENSADORES

2=8 DOCUMENTOS

3=ESPECÍFICA

SEPARE POR TEMAS:

FORMAÇÃO DO PROFESSOR:

1=CONTRERAS= AUTONOMIA DOS PROFESSORES

2=FREIRE= PEDAGOGIA DA AUTONOMIA=SABERES NECESSÁRIOS

3=MORIN=7 SABERES

4=PERRENOUD=10 COMPETÊNCIAS

5=TARDIF=SABERES DOCENTES E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

AVALIAÇÃO/ PESQUISA

1=HOFFMANN=AVALIAR PARA PROMOVER

2=VASCONCELOS=AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

3=ZABALA=PRÁTICA EDUCATIVA

4=GARDNER=A PESQUISA NA PRÁTICA

EDUCAÇÃO

1=ASSMAN=REENCANTAR A EDUCAÇÃO

2=DELORS=EDUCAÇÃO UM TESOURO

3=HARGREAVES=EDUCAÇÃO NA ÉRA DO CONHECIMENTO

4=PIAGET=PARA ONDE VAI A EDUCAÇÃO

5=TEDESCO=O NOVO PACTO EDUCATIVO

ALUNO/ CONTEÚDOS/APRENDIZAGEM

1=OLIVEIRA=APRENDIZADO E DESENVOLVIMENTO

2=COLL=CONSTRUTIVISMO SALA DE AULA

3=COLL=APRENDER CONTEÚDOS, DESENVOLVER CAPACIDADES

4=LERNER=LER E ESCREVER NA ESCOLA

5=MARZANO=ENSINO QUE FUNCIONA

6=PIAGET=PROBLEMAS DE ENSINO.

créditos:
Material organizado como resumo de conteúdos para as provas dos processos seletivos de professor temporário da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Esses conteúdos foram definidos pelas resoluções SE 80 e 87 de 2009 e serão obrigatoriamente considerados como referência para todos os concursos e processos seletivos da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, até 2013.
Esse resumo faz parte de um material relativo a um curso preparatório, que aparentemente foi organizado pelo sindicato dos professores e disponibilizado pela Oposição Alternativa, de Sorocaba.
Como nesse caso qualquer ajuda é bem-vinda:
Aos Professores (as)
Esperamos poder ajudar os colegas em relação a bibliografia na parte dos vinte livros dos pensadores.
Segue abaixo um resumo elaborado pela equipe de professores da OPOSIÇÃO ALTERNATIVA (Apeoesp) de Sorocaba.
Gostaria que este resumo fosse repassado para todos os colegas de sua escola.
Podem imprimir e colocar uma copia na sala dos professores ou repassar por e-mail para os colegas.
Mandem resposta sobre esta iniciativa, pois queremos a cada dia melhorar.
PROF. RAFAEL FAZZIO RACHID.
profrafael@hotmail.com

4 de ago. de 2013

Resumo do livro: APRENDER CONTEÚDOS E DESENVOLVER CAPACIDADES - César Coll, Martín, Elena e Colaboradores

O primeiro objeto de qualquer ato de aprendizagem, além do prazer que nos possa dar, é o de que deverá servir-nos no presente e valer-nos no futuro. Aprender não deve apenas levar a algum lugar, mas também permitir, posteriormente, ir além de maneira mais fácil. Também é a construção de significados relativos ao conteúdo da mesma por parte do aluno. Acredito que há vários modos pelos quais a aprendizagem será útil para o futuro. Deste modo, a aprendizagem escolar aparece como resultado de uma interação de três elementos:
O aluno, que constrói os significados;
Os conteúdos de aprendizagem pelos quais o aluno constrói os significados;
O professor, que atua como mediador entre o conteúdo e o aprender do aluno.

Cada geração e projetos pedagógicos dão nova forma às aspirações que modelam a educação em seu tempo. O que talvez esteja surgindo, como marca nossa, é um amplo renovar da preocupação com a qualidade e os objetivos intelectuais da educação, sem que abandonemos, porém o ideal de que ela deve ser um meio de preparar homens bem equilibrados para uma vida saudável. Aí surgem os conceitos, as teorias e os conflitos sociocognitivos baseados em fatos da realidade. Como:

Psicologia genética e ciências experimentais na escola primária, investigando as “condutas exploratórias” que se referem ao interesse pelos padrões de condutas que habitualmente designamos com os nomes de “curiosidade” e “exploração”, assunto recente na história da psicologia cientifica. São várias as atividades “exploratórias” existentes no ambiente escolar como Hipóteses diretrizes. A partir daí adota-se uma definição ampla das atividades espontâneas de exploração e qualifica-se como tal todos os comportamentos ou seqüências de comportamentos. O aspecto metodológico deve respeitar dois princípios básicos: favorecer o aparecimento de atividades espontâneas de exploração e respeitar, na medida do possível, as principais variáveis da situação escolar. A discussão dos resultados, na concepção atual, após os distintos ensaios realizados propõe uma articulação de três níveis de intervenção:

1) as atividades espontâneas, tal como foram expostas:
2) as sessões de síntese,durante as quais o conjunto da classe discute sobre os problemas que apareceram espontaneamente nas sessões de manipulação livre cuja finalidade é provocar uma confrontação de idéias e opiniões:
3) e as atividades propostas que recolhem os problemas que suscitaram mais interesse nas sessões precedentes. Estas três fases não são concebidas em termos de sucessão rígida e sua única constante é partir das atividades espontâneas, isto é, das sessões de manipulação livre. Cabe, no entanto, supor a possibilidade de estabelecer uma tipologia das condutas segundo a sua finalidade exploratória, na esperança de se chegar, assim, a uma hierarquização das mesmas, acontecendo assim a atividade exploratória e investigação da realidade.


Portanto, conceitos, teorias e metodologia sobre o ensino da criança colocam em realce o fato de que, em cada estágio de desenvolvimento, ela possui um modo característico de visualizar, perceber e entender o mundo e explicá-lo para si mesma. A tarefa de ensinar determinada matéria a uma criança, em qualquer idade, é a de representar a estrutura da referida matéria em termos da visualização que a criança tem das coisas. A hipótese geral que se estabelece tem como premissa o amadurecido juízo de que toda “ideia”, “teoria” pode e deve ser representada de maneira honesta e útil nas formas de pensamento da criança em idade escolar. Podendo se confirmar na obra de Piaget e outros teóricos.


A importância da atividade do educador, ou todas as atuações do educador e do aluno, são igualmente determinantes do rumo que o desenvolvimento de uma tarefa vai tomar. A hipótese é que algumas destas decisões e atuações merecem uma atenção especial, a tal ponto que sua confluência permite determinar diferentes modalidades de interatividade ou, o que é a mesma coisa, analisar as tarefas escolares em termos de atividade do aluno e do professor, que se destacam como dimensões como: levar em conta qual é a finalidade educativa que se pretende alcançar com a realização da tarefa; referir-se à existência, ou não, de um saber específico (conhecimentos, normas, hábitos, habilidades) ao redor do qual organiza-se a totalidade da tarefa ou inclusive uma série de tarefas sucessivas; outra dimensão é a que concerne a maneira como o educador planeja,organiza e propõe a tarefa a realizar. No que tange ao professor, a ultima dimensão retida refere-se ao tipo de intervenções que ele faz durante a realização da tarefa.


Já no campo de atuações do aluno, o primeiro fator a se levar em conta é o grau de iniciativa que tem para escolher a tarefa e seu conteúdo, o grau de iniciativa do mesmo na realização da tarefa e no estabelecimento na diferença entre atividades. Quanto às dimensões para a análise da interatividade, referem-se à finalidade educativa que pretende o professor com a tarefa proposta, tais como: potencializar a apropriação de um saber (conhecimento, habilidade, hábito,norma); potencializar a atividade do aluno (com o fim de favorecer a autonomia, a independência, a iniciativa, a apropriação de um saber. Existência ou não de um saber, há um saber escolhido pelo educador ou não há, mas com a introdução, durante a realização da tarefa, a partir da observação do que as crianças fazem ou de suas propostas. Não há nada em absoluto. Planejamento pelo educador.


Ausência de planejamento, propostas de materiais diversos com diretrizes precisas sobre as tarefas a realizar. Proposta de uma tarefa concreta sem diretrizes precisas sobre como executá-la e proposta de uma tarefa detalhada e planejada com instruções precisas para executá-la. Por último, as intervenções do educador durante a realização das tarefas, que são:sem intervenção, intervenções de disciplina e controle, intervenções de direção e supervisão, intervenções de valorização da tarefa, intervenções de reflexo, intervenções de ajuda e intervenções de proposta.


No entanto, e , apesar de tudo, o professor constitui o principal “recurso” no processo de ensino em nossa escolas. Não são necessárias pesquisas elaboradas para saber que comunicar, transmitir conhecimentos depende, em grande medida, do domínio que se possui sobre o conhecimento a ser transmitido. Isto é bastante óbvio, quer o professor utilize ou não outros recursos. Há, claro, certas medidas que devem ser tomadas para melhorar as condições de trabalho desses profissionais, devendo ser perseguido como objetivos primordiais. Para comunicar conhecimentos e oferecer um modelo de competência, o professor deve ter liberdade para ensinar e para aprender. O professor é também um símbolo pessoal imediato do processo educativo, figura com a qual os alunos podem se identificar e se comparar. Um marco Psicológico para o Currículo Escolar.


Embora na elaboração de um currículo escolar seja absolutamente imprescindível utilizar e integrar informações que provêm de fontes distintas (da análise sócio-antropológica, da análise pedagógica e também da análise disciplinar) , as que têm sua origem na análise psicológica possuem, , uma importância especial. O tema das contribuições da psicologia ao currículo, e à educação escolar em geral, é muito complexo e não podemos abordá-lo aqui em todas as suas vertentes.


O marco de referência psicológica representa o quanto a psicologia vem trazendo contribuições para a elaboração do currículo. No entanto, é conveniente fazer uma reflexão prévia sobre um tema que está na origem das intenções de utilizar as contribuições da psicologia no âmbito curricular, para não corrermos o risco de criar confusões, referindo a maneira de entender as relações entre desenvolvimento, aprendizagem e ensino e, conseqüentemente, a própria concepção que se tem da educação em geral, e da educação escolar em particular.


Princípios psicopedagógicos do currículo escolar e seus possíveis efeitos das experiências educacionais escolares sobre o desenvolvimento pessoal do aluno que estão fortemente e igualmente condicionados por sua aptidão cognitiva e pelos conhecimentos prévios e seu nível de desenvolvimento operatório, pertinentes com os quais inicia a sua participação nas mesmas.


Sendo assim, fazendo as considerações finais, a questão relacionada com a elaboração do currículo escolar não manifesta uma preocupação somente de estudos sistematizados e baseados em processos científicos, como também manifestada pela população que passou a se interessar por um problema que até recentemente dizia respeito apenas a especialista como: “Quem vamos ensinar, e com que fim?Esse novo espírito talvez reflita nossos tempos. Um dos pontos sobre o qual se tem manifestado essa preocupação renovada é o planejamento de currículos para as escolas primária e secundária com participação sem precedentes no desenvolvimento de currículos, por parte de estudiosos e cientistas.