Páginas


Esta iniciativa consite em ações que possibilitem momentos de reflexão e construção pedagogica, abrangendo ainda propostas significativas para a prática cotidiana do educadores. De acordo com o contexto escolar e vivências as ideias e sugestões podem ser adequadas as necessidades reais nas expectativas de educadores e educandos
Mostrando postagens com marcador Resumos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resumos. Mostrar todas as postagens

16 de nov. de 2013

RESUMO DE TODOS OS AUTORES E LEGISLAÇÃO

PAULO FREIRE: aprendizado é quando o aprendiz se torna capaz de criar. Humanização. Aluno = sujeito social e histórico. Ética universal do ser humano: inseparável da prática educativa. Não há docência sem discência. Quem forma se forma e reforma ao formar, e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. Educador: rigor metodológico e intelectual. Curiosidade epistemológica. Não há ensino sem pesquisa e nem pesquisa sem ensino. Saber pensar é duvidar de suas próprias certezas. Ensinar = aceitar os riscos do desafio, do novo e rejeitar qualquer forma de discriminação. Ser humano é parte de um processo inconcluso: realidade condicionante, mas não determinante. Experiência Pedagógica: gosto de querer bem e da alegria, sem o qual a prática educativa perde o sentido. Neoliberalismo: condenação à ideologia imobilizante. Educar é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo neoliberal, reconhecendo que a história é um tempo de possibilidades. Prática educativa Progressista – Pedagogia Libertadora. Educar é como viver, exige a consciência do inacabado. A História em que me faço com os outros é um tempo de possibilidades e não de determinismo. Educador que “castra” a curiosidade do educando não forma, domestica. Autonomia, dignidade e identidade do educando tem que ser respeitada. Não se pode separar: teoria/prática; autoridade/liberdade; ensinar/aprender; método/conteúdo. Esperança crítica. Educador tem que ser seguro. Saber escutar: não falar para o educando, mas sim com ele.

Anísio Teixeira- 1956 – Escola Nova. Educação de qualidade para todos, sem discriminação, universal e gratuita.

Mário Sérgio Cortella- Conhecimento produzido dentro da sala de aula, professor mediador, conhecer o perfil dos educandos e da comunidade, construção do conhecimento.

Freitas, Luiz C. qualidade negociada, avaliação institucional, pensar em melhorias para o Projeto Político Pedagógico da escola, condições para desenvolver a aprendizagem do aluno e não a sua eliminação.

Políticas Nacionais de Educ.Especial- O aluno especial deve ser incluso na Educ. Básica comum (rede regular), adequação curricular, arquitetônica e acesso ao atendimento especializado.

Abramovay e Castro- De um lado, as representações que a sociedade faz do jovem e do outro as vulnerabilidades e contradições juvenis. O Projeto Pol. Pedag. escolar deve abordar propostas para se trabalhar e respeitar as diferenças, quanto a homofobia, diferenças sexuais, transtornos, altas habilidade e as questões étnico-raciais no espaço escolar, ou seja o diferente.

Teorias Psicogenéticas- Piaget, Vygotsky, Wallon. Piaget: de dentro para fora, primeiro o desenvolvimento biológico, depois a aprendizagem. Maturação, processos de assimilação, acomodação, equilibração, desequilíbrio. Juízo Moral: anomia, heteronomia, autonomia. Vygotsky: de fora para dentro, homem é fruto do meio, do processo histórico e cultural, relação entre Linguagem e Pensamento, a aprendizagem impulsiona o desenvolvimento. ZDP: ajuda necessária – de fora para dentro - para continuar a aprender. Wallon- o sincrético: visão da formação integral, do desenvolvimento do ser humano completo. (afetividade e motricidade) reflexos e movimentos exploram o exterior do ambiente.

ROSITA Edler Carvalho- tomada de consciência e valorização da diversidade dos alunos, não apenas aos educandos portadores de deficiências, mas também aos com dificuldades de aprendizagens. Não rotular o aluno; a escola é que deve se adequar às necessidades do educando, igualdade, direito à aprendizagem e à participação, direitos humanos garantidos. Pingos nos “is” integração x inclusão, individualidade, ideais democráticos.

Proposta Curricular do Estado de SP- currículo é tudo aquilo que envolve aprendizagem escolar. Currículo é cultura. Currículo comprometido com o seu tempo, transformar informações em conhecimento, mundo do trabalho e tecnologias. Dominar a norma culta da língua portuguesa, da matemática e demais linguagens; construir e aplicar conceitos, resolver problemas de maneira geral,selecionar, organizar e interpretar informações em diversas formas de textos;relacionar informações obtidas em diversas formas de linguagens e recorrer dos conhecimentos adquiridos na escola para elaborar proposta de intervenção social, todo o trabalho deve ser realizado na perspectiva interdisciplinar. Formação Integral, em tempo integral (Mais Educação)

Terezinha Rios- A formação do educador e qualidade do trabalho educativo, competência - saber fazer bem e com qualidade, domínio dos conteúdos, intencionalidade do gesto educativo e o direcionamento do processo. Ética – compromisso com as gerações futuras.

Tomaz Tadeu- O currículo com visão de amplitude, como conjunto de competências, compreender as linguagens e aos instrumentos que são próprios dela, tecnologias das áreas. O sujeito imerso às culturas, a cultura escolar, articular aprendizagem para além da escola, no seu cotidiano.
Moreira, Flávio. Currículo, diferença cultural e diálogo- currículo multicultural, valorização da diversidade, não ignorar as identidades. Diversidade- multiculturalismo benigno, diferentes costumes, diferentes etnias, igualdade e a todos em todos os seguimentos. Aprender a lidar e a conviver com a diferença.

Freurí- Aborda o pensamento das culturas que envolvem o ambiente escolar. A escola produz vários ambientes, espaços de aprendizagens, não apenas na sala de aula, ao mesmo tempo em se participa de outras cultura, mantém-se a sua.

Luckesi, Carlos C. Avaliação qualitativa como um processo. Avaliar por competência, tempo, percurso, o objetivo é o que estabelece o ato de avaliar, as dificuldades, intervir de várias formas, um elo entre: avaliar- planejar e executar. Pedagogia construtiva- visa ao processo e à alteridade, professor tem o papel fundamental de acolher o aluno com seus saberes e suas dificuldades, nutrir o aluno com conhecimento, diagnosticar para reorientar.

PCNs – Parâmetro - não obrigatório (já as DCNs: princípio Técnicos -saber, Estéticos - fazer, Políticos - conviver e Éticos - ser).

Os PCNs- apontam o que ensinar: o contexto, a realidade; como ensinar: USO-REFLEXÃO-USO; flexível- referencial; como planejar: por projetos, interdisciplinar, em espiral, temas geradores; Como avaliar: sistêmica, conceitual, procedimental, atitudinal. Função: Catalizador de ações para a melhoria da qualidade da educação. Temas transversais: ética, saúde, meio ambiente, pluralidade cultural, orientação sexual, trabalho e consumo. Transversalidade: abordagem presente em todas as áreas do conhecimento; Temas urgentes e atuais que atravessam todas as áreas de conhecimento, urgência e abrangência nacional - passam pelo âmbito social, cultural, moral e assuntos contemporâneos.

PCNs ENSINO MÉDIO. Áreas de Conhecimento: Cód. Linguagem e Tecn. – ler o mundo; Ciênc.Naturais: investigar o mundo; Ciênc. Hum. e Tec.: refletir o mundo. Profissionalização. Consolidação. Preparo para o mundo do trabalho e para a vida.

ZABALA, A. Como aprender e ensinar competências. Ênfase no como ensinar. Formação para desenvolvimento de capacidades. Aprender mediante uma situação real e determinada. Competência no âmbito escolar – identificar o que qualquer pessoa necessita para responder ao problema aos quais será exposto ao longo da vida. Conteúdos: factuais; conceituais; procedimentais; atitudinais. Competências – abrange todas as capacidades do ser humano. Delors (UNESCO) 4 pilares: aprender a conhecer; a fazer; a viver com os outros; a ser. Diferentes conteúdos se aprendem de diferentes formas: Fatos – telefones, datas comemorativas, nomes – memória (exercitar e repetir várias vezes). Procedimentos – dirigir carros, cozinhar, algoritmo – frequência (receber ajuda daquele que sabe). Conceitos – sistema alfabético, fotossíntese, divisão – construção pessoal (pensar, comparar, compreender, estabelecer relações). Atitudes – responsabilidade, hábito de leitura, solidariedade – coerência (vivenciar situações que representam valores).

SAVIANI, D. Histórias das ideias pedagógicas no Brasil. Pedagogia Tradicional (religiosa) 1549 – 1759 - monopólio da vertente religiosa da pedagogia tradicional; Pedagogia Tradicional (leiga) 1759 – 1932 - coexistência entre as vertentes religiosa e leiga da pedagogia tradicional – visão leiga predominante. Pedagogia Nova 1932 – 1969 – predomínio da concepção moderna; Pedagogia Tecnicista e Produtivista 1969 – 2001 – emergia a visão critica. Princípios da análise das ideias pedagógicas no Brasil: caráter concreto do conhecimento histórico-educacional; perspectiva de “longa duração”; olhar analítico-sintético no trato com as diferentes fontes; articulação do singular e do universo, entre o local, o nacional e o internacional; atualidade da pesquisa histórica. O autor expressa otimismo, ao defender como bandeira uma educação pública e de qualidade para todos os brasileiros.

SACRISTAN, J.G. e GOMES. Compreender e transformar o ensino. Funções sociais da escola: reprodução – reconstrução critica do conhecimento e da experiência. Mecanismos de socialização – processo de socialização (preparação para o mundo do trabalho). Teorias de aprendizagem: E-R; teorias mediacionais; teorias cognitivas; teorias do processamento da informação. Ensino para compreensão: transmissão cultural; treinamentos de habilidades; fomento do desenvolvimento natural; produção de mudanças conceituais. Currículo – construção. Currículo como processo – avaliado, organizado, em ação.

GATTI, B. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Levantar e analisar compreensiva e integradamente politicas voltadas aos docentes no Brasil. Formação de professores – condições de trabalho. Estudar as novas competências que o professorado deve adquirir na sociedade atual: tornar a profissão mais atrativa; tornar a instituição educativa mais autônoma, mais responsável pela sua gestão pedagógica, organizativa e de pessoal. Políticas de currículo – concebe a função social da escola – professor é a autoridade institucional para dar cumprimento a essa função. Sistemas de avaliação externa – programas de formação continuada de profissionais da educação básica – programa pró-letramento – programa gestão da aprendizagem escolar – curso de especialização em educação infantil – carreira e remuneração dos professores – políticas de valorização do magistério (evasão de professores melhor capacitados para a rede privada). Importância do conjunto das políticas de ação implementadas nos três níveis de Federação e dos esforços de articulação das políticas pela União, na direção da ampliação da formação de docentes, de melhoria da carreira e dos salários e de oferta de apoios pedagógicos diversos.

TARDIF, M. LESSARD, C. O Trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Objetivo da obra: penetrar no coração do processo de escolarização; analisar e compreender o trabalho docente tal como é desenvolvido, a um tempo conforme as representações e situações de trabalho vividas e denominadas pelos próprios atores e segundo condições, os recursos e as pressões reais das suas atividades cotidianas. Docência moderna – lugar organizado, espacial e socialmente separado dos outros espaços da vida social cotidiana. Divisão do trabalho – organização cognitiva e simbólica do currículo escolar. Ponto de vista administrativo – conteúdos e duração pela organização escolar em função das normas oficiais emanadas geralmente do governo e negociadas com as associações e sindicatos de professores. Condições de trabalho – trabalho diário, semanal, anual, etc. e jornadas de trabalho. Ensinar – agir em função de objetivos no contexto de um trabalho relativamente planejado no seio de uma organização escolar burocrático. Experiência do trabalho docente – multidimensional – multirreferencial (domínio, identidade, personalidade, conhecimento, crítica, etc).

MORIN, E. Ética Universal: complexidade do pensamento – incerteza dos conhecimentos, viagem em busca de um modo de pensamento capaz de: respeitar a multidimensionalidade, a riqueza, o mistério do real; saber que as terminações – cerebral, cultural, social histórica – que se impõem a todo pensamento co-determinam sempre o objeto de conhecimento. Ensinar a condição humana: multidimensional: cérebro, mente, cultura; pulsão, emoção, razão. Antagônico: sábio (sapiens) e louco (demens). Ensinar a Identidade Terrena: legado do séc. XX: mortes, guerras, drogas, armas, vírus. Esperança: educação. Compreender a complexidade do ser humano, inseri-lo no cosmo, no planeta, na espécie e na humanidade. Obstáculos: egocentrismo, etnocentrismo e sociocentrismo. Antropoética. Preocupação: destino da humanidade e do planeta.

ECA- definição de criança e adolescente: de 0 a 12 anos incompletos, ou seja 11 anos, 11 meses e 29 dias o sujeito é considerado criança. De 12 anos a 18 anos incompletos, ou seja, 17 anos, 11 meses e 29 dias, o sujeito é considerado adolescente. Para determinadas situações especiais é possível aplicar o ECA, até os 21 anos de idade. A Lei do Eca no artigo 5º. Só pode retroagir para favorecer o adolescente. Restrição de liberdade pelo prazo máximo de 3 anos, de internação. Em outras palavras, criança e adolescente são pessoas em desenvolvimento. Art. 5º. Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão [15], punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais. Além de outros direitos, eles têm prioridades de acordo com o ECA, proteção em situações de socorro, será penalizado o adulto por ação ou omissão à criança ou adolescente. É dever da família, escola, Estado, sociedade e comunidade, assegurar os direitos dos mesmos. Prioridade nas políticas públicas e sociais. Conceito do ECA: Criança e adolescente tem de estar a salvo de situações vexatórias, discriminatórias, constrangedoras, humilhantes ou degradantes. Toda criança e adolesc. tem direito à vida, alimentação, saúde, educação, lazer, esporte, respeito e dignidade. Liberdade de ir e vir, ressalvo o que está na Lei. Direito de buscar refúgio e proteção. O trabalho é vedado à menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz e sua jornada não pode ultrapassar 6 horas diárias, toda atividade remunerada, tem característica educativa para a criança ou adolescente.

Constituição Federal 1988: Princípios fundamentais- soberania, cidadania, dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, o pluralismo político e social. Direitos sociais. Cláusulas pétreas.

Art. 214 Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020): erradicação do analfabetismo escolar, melhoria da qualidade de ensino, universalização do atendimento escolar, formação para o trabalho, promoção humanística, científica e tecnológica do país, estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos.

Parecer CNE 8/12 de 6/03/12- Resolução nº 1 de 30/05/12- Educação em Direitos Humanos;Princípios da educação em direito humanos- dignidade humana, igualdade de direitos, reconhecimento e valorização das diferenças e diversidades, laicidade do Estado, democracia na educ, transversalidade, vivência e global, sustentabilidade- socioambiental. No PPP da escola, levar em consideração as características biopsicossociais para o pleno desenvolvimento do indivíduo. Inserção da ética dos direitos humanos no currículo por meio da transversalidade, interdisciplinaridade.

LDB Nº 9.394 de 20/12/96- Estabelece igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; gratuidade do ensino público, valorização dos profissionais, plano de carreira, ingresso por concurso público, gestão democrática, garantia de qualidade;piso salarial. Art. 1-8: direitos e deveres; art. 6=6; 12 – escola PPP; 13 – docente=PPP, zelar; 14- comunidade, família; 22 –EB; 24 – avaliação; 26 – Currículo; 33 – Ens. Religioso.

DCNs - Diretrizes Curriculares Nacionais- asseguram o direito à educação gratuita: direito-acesso-inclusão, permanência (8069/90), e qualidade-sucesso. Centralidade no aluno e aprendizagem. Objetivos: Pleno desenvolvimento, o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Educação básica: o educador e o cuidar são inseparáveis. Responsabilidade- Estado, escola, família e sociedade. Gestão democrática e participativa como garantia do direito à educação. Avaliação- caráter processual, formativo, participativo, ser contínuo, cumulativo e diagnóstico. Aprendizagem-desenvolvimento por meio de conteúdos, competências e valores a serem estabelecidos.Contexto na educação: levar em consideração a diversidade sociocultural escolar, as desigualdade de acesso ao consumo de bens culturas e a multiplicidade de interesse e necessidades apresentadas pelos alunos no desenvolvimento de metodologias e estratégias variadas. Didática- múltipla, variada, diferenciado, adequado às necessidades. Carga horária- 800h relógio e 200 dias letivos (NO ESTADO – 1000 horas). Níveis da educ.básica: educ.infantil de 0 a 5 anos de idade. Ensino fundamental- de 6 a 14 anos de idade- ensino médio de 15 a 17 anos de idade. Modalidade na educação:regular, EJA , especial.

Resolução CNE nº1/2004 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico Raciais para o Ensino de História e Cultura Afro- Brasileira e Africana. - Conceitos de reparação, democracia, relações étnicas positivas, cidadãos atuantes e conscientes, sociedade pluriétnica, multicultural. - Tratada especialmente nas disciplinas de Educação Artística, História do Brasil e Literatura. - Sistemas de ensino supervisionarão livros e materiais didáticos.
Regime de Progressão continuada 8 e 9/97- Pode ser organizado em um ou mais ciclos. No caso de opção por mais de um ciclo, a transição de um ciclo para outro será feita de forma a garantir a progressão continuada. deve garantir a avaliação do processo de ensino-aprendizagem, com recuperação contínua e paralela, a partir de resultados periódicos parciais e, se necessário, no final de cada período letivo. Medida tomada para reduzir índices de evasão e repetência, corrigir o fluxo escolar idade/ano escolar. Ciclo I - 1º , 2º , 3º , 4º e 5º anos. Ciclo II - 6º , 7º , 8º e 9º anos. Possibilidade de recuperação de ciclo. Ensino menos excludente e seletivo
AVALIAÇÃO: Investigativo. Processual. Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Responsabilidade: Família e escola (LDB) Controle: Escola ( o aluno tem de justificar as ausências, senão o dirigente precisa comunicá-las ao Conselho Tutelar - ECA). Providências (precisam ser documentadas):
1º Pais: informar aluno e orientar pais quanto as suas responsabilidades.
2º escola - ex: convocar aluno para compensação de ausências – ciência dos pais.
3º Encaminhar relação dos alunos c/ 25% de faltas a D.E - encaminhamento Conselho Tutelar e Ministério Público. Avaliação institucional - interna e externa
Avaliação ao longo do processo. Atividades de reforço e recuperação. Meios alternativos de adaptação, de reforço, de reclassificação, de avanços, de aproveitamento e aceleração de estudos. Indicadores de desempenho - IDESP – IDEB. Controle de frequência. Contínua melhoria do ensino. Formas de implantação, implementação e avaliação deste projeto. Dispositivos regimentais adequados. Articulação com as famílias - informação sobre aproveitamento e frequência.

55.588 – Tratamento Nominal travestis e transexuais nos atos e procedimentos promovidos pela Adm. Direta ou indireta do Est. SP. A pessoa indica o prenome. Os servidores deverão tratar a pessoa pelo prenome indicado. Os documentos oficiais deverão ter o nome do registro acompanhado do prenome indicado. Os documentos obrigatórios de identificação serão emitidos nos termos da legislação própria.

Todos os créditos ao Prof. Luis Vicente 

RESUMO PARA A PARTE DISSERTATIVA

Sucessos a todos!
DISSERTAÇÃO: consiste na exposição lógica de ideias discutidas com criticidade, por meio de argumentos bem fundamentados.

1 – Requisitos:
a) Correção: obediência às normas gramaticais.
b) Clareza: qualidade de organizar palavras, frases e períodos para transmitir, de forma compreensível, as ideias.
c) Concisão: habilidade de selecionar palavras com significado preciso, transmitindo ideias de forma sucinta e sintética. O procedimento oposto é a prolixidade, defeito que deve ser evitado.
d) A coesão, ou conectividade sequencial, é a ligação, o nexo que se estabelece entre as partes de um texto, mesmo que não seja aparente. Contribuem para esta ligação elementos de natureza gramatical (como os pronomes, conjunções, preposições, categorias verbais), elementos de natureza lexical (sinônimos, antônimos, repetições) e mecanismos sintáticos (subordinação, coordenação, ordem dos vocábulos e orações). É um dos mecanismos responsáveis pela interdependência semântica que se instaura entre os elementos constituintes de um texto.

LEMBRETES:
• Apresentar letra legível e distinguir as Maiúsculas das minúsculas.
• Não usar a 1ª pessoa ( eu/nós)
• Evitar exceder o número de linhas pautadas ou pedidas como limites máximos ou mínimos.
• Evitar o uso de modismos, vícios e gírias.
• A linguagem deve ser clara e precisa.
• Cortar as abreviações e o etc.
• Frases demasiadamente longas devem ser evitadas, assim como parágrafos de uma só frase.
• Além da adequação ao tema, a redação deve ter ligação entre as partes.
• No 1º parágrafo coloque só a ideia básica, que será detalhada nos outros parágrafos.
• Não deixe suas opiniões se esgotarem no primeiro parágrafo.
• Evite expressões repetidas, coloque sinônimos.
• Enxugue as melhores ideias e tire o supérfluo.
• O rascunho é a melhor garantia de uma redação correta.

Erros comuns nas provas de redação:

1) Fuga ao tema proposto.
2) Uso de clichês
3) Uso indevido de conectivos.
4) Circularidade.
5) Falta de paralelismo.

Questões

1) A sexualidade tem grande importância, visto se relacionar com a busca do prazer, bem como a uma necessidade fundamental do ser humano.
2) O processo avaliativo é inerente ao ato de aprender, pois a avaliação se processa no dia-a-dia. Não se limita a uma prova, um exercício, uma tarefa.
A progressão continuada é um regime de organização escolar previsto na LDB. A progressão continuada tem como princípio a flexibilidade na organização do ensino. A progressão continuada tem como princípio o respeito ao ritmo de aprendizagem do aluno.
3) A professora Ana Maria considera que no regime de progressão continuada, o aluno passa de uma série para a outra sem saber coisa alguma dos conteúdos, sem aprender, consequentemente, sem ser avaliado. Comente as afirmações da professora.
4) Educação Inclusiva.
O projeto pedagógico de uma escola é uma construção coletiva de toda a comunidade escolar e tem como desafios a convivência com as diferenças, a cooperação, dar ou estabelecer prioridades de acordo com a realidade de cada estabelecimento. Para interpretar as propostas apresentas, o professor deverá entre outros conhecimentos, compreender os elementos necessários a estruturação do mesmo. Embora não haja formas fixas, aponte os elementos essenciais para a estruturação do projeto pedagógico. (Currículo é cultura)
5) Discuta a afirmação: “tudo pode ser transformado em linguagem de projeto”.
6) Como deve ser avaliado o projeto pedagógico da escola?
7) Como deve ser avaliada a participação dos alunos no projeto? Como deve ser feita avaliação final do projeto?
A professora da 6ª série de uma escola pública não consegue resolver o problema da indisciplina na sala de aula, pois de acordo com a ela, os alunos estão desmotivados, e sem interesse para aprender, além de revoltados e mal educados. Como ela deveria proceder para solucionar o problema?
9) A escola “Pedro de Albuquerque” ao avaliar a participação da comunidade na escola, conclui que a ela é de alta qualidade, pois os pais sempre colaboram com tudo de que a escola precisa: ajudam nas festas, na reparação de pequenos consertos, pintura da escola, comparecimento às reuniões. Comente a conclusão da escola.
10) Por que uma escola democrática deve garantir a existência dos colegiados? Explique a atuação concreta do colegiado na escola.
11) De acordo com Edgar Morin, quais componentes da missão antropológica do milênio (antropoética) a escola deve assumir?
12) Caracterize as principais condutas do professor como mediador pedagógico.

1. SACRISTAN. Como deve agir o profissional do ensino na elaboração de um currículo que pretende a transformação do ensino superando práticas reprodutoras de conhecimento?
2. FREURI. Para construir uma educação intercultural o que devemos considerar na proposta pedagógica com relação à cultura e à mídia?
3. O grande problema da educação não é discutir se a educação pode ou não pode, mas é discutir onde pode, como pode, com quem pode, quando pode; é reconhecer os limites que a prática impõe. Quais pressupostos se podem levantar a partir da proposta de Rosita E. Carvalho, considerando o exposto no texto e a Política Nacional de Educação Inclusiva?
5. LUCKESI. Segundo Luckesi, qual proposta em avaliação visa a superação de fracasso escolar?

créditos:https://www.facebook.com/luisvicente.ferreira/posts/3605445072539

22 de out. de 2013

RESUMO AUTORES SÓ OS PONTOS FORTES : ROMUALDO, Hoffmann, Luis C. Freitas,CHARLES HADJI, PHILIPPE PERRENOUD, ALARCÃO, KHOL,FREIRE, SELMA PIMENTA, MARIA INÊS COELHO, THULER, LENER, COLOMER, COLL, LEVY

ROMUALDO- Defende avaliação externa, SAEB, SARESP, BRASIL, essas avaliações dão uma devolutiva, é extremamente importante para o Brasil, através das avaliações o governo oferece formação para os professores, qualificação, para melhorar a qualidade na educação.

PARA ROMUALDO:

♦ Avaliação é medida e testagem

♦ Testagem – utilizar outros dados, não só as avaliações

♦ Processual e ponto de partida

♦ Desempenho

♦ Avaliação externa tem que transformar.


JUSSARA HOFFMANN – LIVRO RESPEITAR PRIMEIRO, EDUCAR DEPOIS

♦ Avaliação mediadora

♦ Erro é produtivo e fecundo, produz intervenção

♦ Avaliação é diagnóstica

♦ Abordagem planejada

♦ As provas devem ser diversificadas

♦ Provas com objetivos, “o que eu quero dessa prova”

♦ Não usar pegadinhas e sim buscar estratégias mobilizadoras

♦ Busque o tempo e o espaço

♦ Quando o aluno tem meu respeito, acontece o educar, caso contrário o educar ficará comprometido.

♦ Avaliar é processo, não é conclusão

♦ Avaliar é incluir e não excluir

♦ O melhor modelo de avaliação é o que leva, leitura de imagem, completar, dissertar, alternativas, é uma prova diferenciada com vários tipos de linguagens, onde o aluno pode resolver de acordo com suas habilidades

♦ Só a prova tradicional é retrocesso

.♦ Elaborar prova benéfica.

♦ Dosar o tamanho da prova (tempo é necessário para realizar a prova)



LUIS CARLOS FREITAS – LIVRO CICLOS, SERIAÇÃO E AVALIAÇÃO

Defende o ciclo - continuidade

♦ Ciclo progressão continuada (s/repetir)

♦ A U.E. tem que ter projeto pedagógico

♦ Ciclo desenvolvimento global

♦ Ciclo é gestão da U.E., envolve todos, pais, alunos, comunidade, professores

♦ Ciclo é ruptura dos modelos tradicionais

♦ Ciclo é nova prática de construção

♦ Lógica do ciclo é a sala de aula, temos que garantis tempos e espaços para todos.

♦ Ciclo é bom, é favorável e não é promoção automática

♦ Faz o desenvolvimento global do aluno.



CHARLES HADJI – AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA

♦ Avaliação desmistificada, sem mistérios, claro

♦ Avaliação interna

♦ Avaliação para ajudar e não prejudicar

♦ Avaliação é sério (abuso de poder)

♦ Avaliação formativa (aquela que forma)

♦Avaliação pode ser implícita, não declarada, espontânea, surgir no momento, no cotidiano e é aproveitado, a instituída e a formal

♦ Avaliação prognostica, avaliação o que o aluno traz.

♦ Defende o erro

♦ Avaliação diagnostica

♦ Avaliação cumulativa – somativa



PHILIPPE PERRENOUD – LIVRO AGIR NA URGÊNCIA, DECIDIR NA INCERTEZA?

♦ Conhecer o PPP

♦ Os segmentos da Escola

♦ Escola da sorte – organizada, forma seres lúcidos

♦ Escola do azar – seres dissimulados, trabalha na troca, seres sabotadores.

♦ Tem que ter gestão

♦ As faculdades não estão dando conta, necessita de suporte

♦ Formação continuada para professor



IZABEL ALARCÂO
– LIVRO ‘ESCOLA REFLEXIVA, PROFESSOR REFLEXIVO’

♦ Projeto (tem grupo, tem comunidade)

♦ Tomar decisões coletiva

♦ Oferece espaço (ambientes participativos)

♦ Professor pesquisador

♦ Projeto pedagógico

♦ A rápida evolução dos conhecimentos exigem de todos uma permanente aprendizagem

♦ Avalanche de informações

♦ Sociedade complexa


Marta khol – livro jovens e adultos como sujeito de conhecimento e aprendizagem

♦ EJA

♦ Trabalhar no social, coletivo

♦ Repensar a faixa etária

♦ EJA – são sujeitos de conhecimentos, ou seja eles vem com um conhecimento

♦Cuidar da exclusão

♦ Pense nas especificidade do adolescente e do adulto – metodologia.

♦ resgatar competências e habilidades para aflorar.

♦ EJA é empregabilidade.


PAULO FREIRE – LIVRO PEGADOGIA DA AUTONOMIA

♦ Autonomia, eu estou garantindo que o aluno tem competência

♦ Desenvolver competência, do saber fazer

♦ Ensinar exige:

• não há docência sem discência

• rigorosidade (ser cuidadoso)

• aceitar o novo

• rejeitar qualquer tipo de discriminação

• reconhecer a identidade cultura

♦ Autonomia exige bom senso, tolerância, mudança, competência e comprometimento

♦ decisões conscientes

♦ saber escutar.

♦ Formar aluno para a busca da autonomia

♦ Aluno não pode ficar sem resposta

♦Professor tem que pesquisar sempre, nunca para de estudar

♦ Relação dialógica, comunicação continua (mudança da prática)

♦ Aluno protagonista

♦Aprendizagem com ética, ou seja, ter comprometimento, respeito, identidade (reconhecer que eu estou na sala de aula em função do aluno)

♦ “ SALA DE AULA É CIRCO, E VC É O PALHAÇO” ou seja ( o aluno tem que gostar do professor) circo = a sala de aula e palhaço desperta interesse.

♦ Temos que ser alegre, ter bom senso, ser inovador, curioso.

♦ Memorização sim, mas com significado

♦ Professor é exemplo Mudanças vem através da prática

♦ Trabalhar para despertar o aluno

♦Para ensinar tem que ser humilde e tolerante, ter um olhar diferente, para transformar o educando

♦ Ensinar não é só transmitir conhecimento, mas também trabalhar a realidade dos educando, ouvi-los

♦ O conhecimento é inacabado

♦ seja comprometido com o aluno

♦ Ideologia dominante – o que a nossa sociedade impõe, a escola necessita desmascarar essa ideologia


SELMA PIMENTA – USP – LIVRO PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO

♦ Defende:

• Saber a origem e a critica

♦ Professor nunca esta sozinho, ele tem momentos de relfexão no coletivo

♦ Professor tem que ser reflexivo

♦ Professor – formação inicial (faculdade) para qualidade no trabalho em sala de aula

♦ Professor tem desejos e sentimentos

♦ Professor sofre influências com as avaliações

♦ Alunos e professores são avaliados

♦ Deve-se aproximar teoria e pratica.

♦ A relfexão é responsabilidade e resulta aperfeiçoamento

♦ Estágio é comprometimento, treinamento reflexivo, é sério, não apenas observador.

♦ Defende muita a formação inicial do Professor (faculdade)

♦ O resultado dos alunos, vai mexer na pratica, no trabalho do professor.

♦ A reflexão é articular teoria e pratica.

♦ Formação continuada

♦ Professora é humano.


MARIA INÊS COELHO – LIVRO A EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO HUMANA

♦ Propõe diálogo com os educadores, tem que haver um diálogo.

♦ Discutir a desumanização dentro da escola.

♦ O protagonismo humano, valorizar os valores humanos, morais, culturais, colocar em evidências o SER

♦ Problematizar estudos e pesquisas, a partis dos problemas gerar investigações

♦ Emancipação social, tirar o Professor e o aluno do seu nível e ir para um nível melhor

♦ O trabalhador é sujeito de conhecimento de mundo, e esse sujeito é intelectual ou material.

♦ Autonomia é agir com reflexão e ação.

♦ Ensino que não seja só de sala de aula, deve ser lugar de formação

♦ Reforma e política educacionais igual cidadania.

♦Valorizar a vida, o cidadão

♦ Buscar ajuda de fora (saúde, segurança, comunidade)



MÔNICA THURLER – LIVRO INOVAR NO INTERIROR DA ESCOLA

♦ Escola reflexiva

♦ Inovar dentro e fora da Escola

♦ A gestão e a comunidade vai mudar o interior da Escola

♦ Mobilização dos processos educativos

♦ Aprendizagem individual e coletiva

♦ Organizar os trabalhos com lógicas de ação e autonomia

♦ Confrontar lógica burocrática e profissional – gestão séria

♦ Nunca priorizar o burocrático e sim o profissional, o profissional é reflexivo

♦ Sugeri estratégias inovadoras como:

• auto avaliação

• descentralização de poder

• mudanças

• autonomia

♦ Descentralização é novo modelo de gestão, mudança bem sucedida.

♦ Cooperação profissional, ou seja, desvendar o egocentrismo – (delegar)

♦ Defende escola com projetos.

♦ Projeto educativo norteador, é um guia vem do governo, PCN (dispositivo, documentação legal)

♦ Projeto de escola – ações/ atividades

♦ Dimensões de um projeto:

• Capacidade individual

• participação

• representações (segmento da escola), gestão, professores, comunidade e alunos

♦ Liderança dentro da escola, a liderança não pode ser imposta é conquistada


DELIA LENER – LIVRO LER E ESCREVER NA ESCOLA: O REAL, O POSSÍVEL E O NECESSÁRIO
♦ Defende :

♦ A leitura e a escrita

♦ Ler o real, (realidade do aluno) o possível e o necessário resgatar o que é fundamental

♦ Contrato didático (combinados com os alunos)

♦ Transposição didáticas (tirar de um lugar e colocar em outro, e sim intervenções

♦ Tempo é aproveitar mais, ser rigoroso na minha proposta

♦ Organização

♦ Professor tem que ser leitor

♦ Professor tem que discutir textos.

♦ Aprender a levantar vôo

♦ Combater as discriminações nas escolas, promovendo diferentes leituras

♦ Escutar é primordial, se eu escuto meu aluno eu aprendo

♦ Ler é viajar para outros mundos

♦ Ler é tirar carta de cidadania.

♦ Leitura desgarrada de propósitos, (a leitura tem que ter objetivos)

♦ Falta proposta pedagógica nos textos escolares (não atende os interesses)

♦ Ela (Délia) não é favorável aos livros didáticos

♦ Usar somente como consulta (livros didáticos)


TERESA COLOMER – LIVRO ENSINAR A LER, ENSINAR A COMPREENDER

♦ Defende:

♦ O ato de ler

♦ Ler é raciocínio interpretativo

♦ é formação de individuo

♦ destaca a memória

♦ memorização a curto e longo prazo (mas significativa)

♦ ensino e aprendizagem da leitura

♦ defende oralizar , só se tiver especificidade.

♦ a leitura tem que ter planejamento e estar relacionada com o trabalho da escola

♦ a leitura amplia repertório

♦ leitura de mundo

♦ erro é avanço (sai de um nível para outro)


CESAR COLL
– LIVRO PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL

♦ defensor das novas tecnologias (TICs)

♦ Aprendizagem construtiva

♦ Para aprender tem que construir

♦ Trazer a prática para a sala de aula.

♦ aprender colaborativo

♦ trabalhar em grupo (misto)

♦ construção de conhecimento (através da prática)

♦ linguagem da internet

♦ tem que haver nas escolas melhorias nas infra-estruturas tecnológicas

♦ economia global, o mundo digitalizado favorece a economia.

♦ professor com olhar pedagógico, organizador e técnico

♦ discutir o excesso de informações (infosificação)

♦ não temos tempo para reflexão

♦ garantir o cognitivo e o sócio-cognitivo

♦ ter o lado humano presente

♦ sair da competência individual para o cooperação

♦ professores são descréditos nas novas tecnologias, (não dominam) em relação ao aluno, o professor acha que a internet não é seguro.



PIERR LEVY – LIVRO CIBERCULTURA

♦ Cibercultura = a internet como espaço de cultura (conhecimentos)

♦ a importância das TICs

♦ discuti que a sociedade tem que trabalhar essas novas tecnologias

♦ é impossível separar o lado humano das novas tecnologias, estão o tempo todo presentes.

♦ cibercultura é veneno ou remédio – dependo do uso

♦ defende que as novas tecnologias mudaram os som e as músicas (todo tipo de música é aceito/conhecido) – modernizou

♦ favorável as artes

♦ globalização da música

♦ defende musica oral, escrita e gravada como exemplos de audição

♦ papel da escola é orientar, trabalhar a informática para desenvolver a criatividade

19 de out. de 2013

RESUMO DO CONTEÚDO PEDAGÓGICO


Resenha dos 20 Pensadores:


1. OLIVEIRA, Marta K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio- histórico.

Resumo:
Este livro apresenta uma síntese das idéias de  Vygotsky, enfatizando especialmente a importância dada à cultura e a Linguagem na constituição do ser humano, a autora explora as relações entre desenvolvimento e aprendizado, pensamento e linguagem e aspectos biológicos e culturais do funcionamento psicológico.
Palavras-chave:
PSICOLOGIA DA EDUCACAO; PERSONALIDADES; APRENDIZAGEM.

Para Vygotsky, a aprendizagem sempre inclui relações entre pessoas. Ele defende a idéia de que não há um desenvolvimento pronto e previsto dentro de nós que vai se atualizando conforme o tempo passa.

O processo de apropriação do conhecimento se dá nas relações reais do sujeito com o mundo. Vygotsky distingue dois tipos de conceitos: o primeiro é o cotidiano e prático, desenvolvidos nas práticas das crianças no cotidiano, nas interações sociais; o segundo é o cientifico, adquiridos por meio de ensino, pelos processos deliberados de instrução escolar.

De acordo com Oliveira, “Vygotsky afirma que =diferentes culturas produzem modos diversos de funcionamento psicológico.

é necessário ter em mente que, a proposta de Vigotsky é que se intervenha de forma decidida e significativa nos processos de desenvolvimento da criança no sentido de ajudá-la a superar eventuais dificuldades, recuperar possíveis defasagens cognitivas e auxiliá-la a ativar áreas potenciais imediatas de crescimento e desenvolvimento.

2 ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para REENCANTAR a educação – epistemologia e didática.

Resumo:

Apesar do panorama desolador no sistema educacional brasileiro, tanto em termos de técnicas, metodologias e experiências criativas, o autor defende uma persistência dos processos de aprendizagem, em que os processos vitais e os de conhecimento despertem novidades fascinantes e motivações positivas para REENCANTAR a educação

As circunstâncias adversas produziram o negativismo, no qual aqueles que dantes pareciam progressistas e inovadores desembocam, nas palavras do autor, num ?apartheid neuronal?, onde as ecologias cognitivas inexistem. Com o conhecimento e o aprender interagindo como assuntos obrigatórios, o mercado que promove as tendências de inclusão e exclusão deve dar lugar a uma relação onde os homens e as máquinas são parte do mesmo processo, todos agindo em prol da vida, do conhecimento

E a insensibilidade, devem abrir caminho para a explosão dos espaços de conhecimento, onde a educação sai do mero discurso e promove a revitalização do tecido social e do conhecimento, com todos os valores a si inerentes. Os processos cognitivos carecem de uma visão antropológica séria, que mesmo complexa traga lucidez política e ética, onde a solidariedade produza consensos políticos e educacionais, onde a criatividade se revista de ternura e felicidade individual e coletiva.

******Como o prazer e a ternura na educação passa pela experiência sensorial do corpo, a morfogênese do conhecimento tem que ser dinâmica, prazerosa e curativa, com uma pluri-sensualidade que passe pelo cérebro, pelas emoções, e se expresse no corpo. Assim, o monopólio da educação visual-auditiva dará lugar a uma educação instrutiva e criativa, cheia de encantamentos e acessível, comprometida com o social e centrada no prazer de aprender e ensinar, e onde a educação se reveste novamente de encantos. ******

3 COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula.

Resumo:

O artigo tem por base a fala de uma criança quando questionada sobre como conseguiu ser aprovada na 1ª série, após haver revelado grandes dificuldades no processo de alfabetização. É um estudo que faz a relação entre essa fala da criança e o Construtivismo. Aborda conceitos de Piaget e de pesquisadores sobre o Construtivismo, que fornecem dados para se compreender o sujeito que aprende.

“Aprender é construir”.  A aprendizagem contribui para o desenvolvimento na medida em que aprender não é copiar ou reproduzir a realidade. Para a concepção construtivista, aprendemos quando somos capazes de elaborar uma representação pessoal sobre um objeto da realidade ou conteúdo que pretendemos aprende

Procurar-se-á aqui encontrar nessa frase conceitos do Construtivismo dentro de cada parte dela. O aluno, ao ser questionado sobre como conseguira se aprovado, dando uma definição bem abrangente,  que envolve desde a elaboração do processo até como conseguiu chegar ao final, dentro de sua sabedoria ingênua e simples, respondeu:

“É assim, Ó, eu fui fazendo, fazendo,

Eu fui tentando e aí eu consegui. (…)

Tem que ir ajeitando na minha cabeça,

Misturando com as outras coisas.”

Através dessa análise percebe-se que esta criança realmente conseguiu elaborar, de maneira ingênua e simples, uma frase  onde é colocada toda uma sabedoria infantil e que consegue explicar toda uma concepção. Certo é que não se  utilizou de um discurso lingüístico com diversidades de palavras que até pudessem fazer parte do seu vocabulário no cotidiano, mas, numa frase curta, ela englobou, de certo modo, toda uma visão da concepção construtivista..

4 COLL, César; MARTÍN, Elena e colaboradores. Aprender conteúdos & desenvolver capacidades.

Resumo:

Aprender Conteúdos e Desenvolver Capacidades

CESAR COLL & ELENA MARTÍN

O que queremos ensinar aos alunos na escola? Como se pode contribuir, a partir das distintas áreas, à aquisição das capacidades básicas? Realmente trabalhamos em aula com essas capacidades? É possível avaliá-las?… Perguntas que continuamente muitos professores se fazem e que mostram a relevância do desenvolvimento das capacidades no ensino.
Este livro analisa o processo de tomada de decisões que determina o planejamento e a colocação em prática do currículo, a partir da perspectiva das capacidades e dos conteúdos. Após apresentar e revisar com clareza esse processo, os reconhecidos professores espanhóis César Coll, Elena Martín e seus colaboradores se dedicam a ilustrar sua aplicação em diversas áreas do currículo, como: língua e literatura, matemática, ciências sociais, ciências naturais e tecnologia.

5 CONTRERAS, José. A autonomia dos professores.

Resumo:

Como resultado das mudanças sociais, políticas e econômicas pelas quais estamos passando hoje existe uma preocupação latente em se realizar pesquisas que busquem compreender o exercício da docência e dos processos de construção da identidade,profissionalidade e profissionalização do professor.

Três grandes partes compostas de oito capítulos que versam sobre a preocupação do autor com a apropriação indiscriminada, banalizada e generalizada dos termos profissionalização e autonomia de professores

Na primeira parte – A autonomia perdida: a proletarização dos professores

– Contreras analisa o problema do profissionalismo no ensino, em especial o processo de proletarização pelo qual passa o professor, os vários significados do que é ser profissional e à profissionalidade.

Na segunda parte – Modelos de professores: em busca da autonomia profissional do docente –, são discutidos três modelos tradicionalmente aceitos com respeito à profissionalidade dos professores, a saber: o especialista técnico, o profissional reflexivo e o intelectual crítico

3ª PARTE=autonomia e seu contexto – é estabelecida uma visão global do que se deve entender por autonomia de professores.

Contreras toma como bases teóricas as idéias

O professor será autônomo quando a escola for autônoma, ou seja, quando tanto o professor quanto a escola forem realmente os idealizadores das práticas educativas e não apenas aplicadores de receitas mágicas prescritas fora dos muros da escola e sem o aval e a reflexão da comunidade na qual está inserida.

Esta obra, portanto, destina-se à todos aqueles que procuram entender a autonomia professoral como forma de melhoria do processo educativo, no qual o professor tem um papel fundamental.

6 DELORS, Jacques e EUFRAZIO, José Carlos. Educação: um tesouro a descobrir.

Resumo:

O livro Educação: um Tesouro a Descobrir, sob a coordenação de Jacques Delors, aborda de forma bastante didática e com muita propriedade os quatro pilares de uma educação para o século XXI, o trabalho de pessoas comprometidas a buscar uma educação de qualidade. “À educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permite navegar através dele”..

Segundo Delors, a prática pedagógica deve preocupar-se em desenvolver quatro aprendizagens fundamentais, que serão para cada indivíduo os pilares do conhecimento: aprender a conhecer indica o interesse, a abertura para o conhecimento, que verdadeiramente liberta da ignorância; aprender a fazer mostra a coragem de executar, de correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar; aprender a conviver traz o desafio da convivência que apresenta o respeito a todos e o exercício de fraternidade como caminho do entendimento; e, finalmente, aprender a ser, que, talvez, seja o mais importante por explicitar o papel do cidadão e o objetivo de viver.

Para mudar nossa história e lograr conquistas, precisamos ousar em cortar as cordas que impedem o próprio crescimento, exercitar a cidadania plena, aprender a usar o poder da visão crítica, entender o contexto desse mundo, ser o ator da própria história, cultivar o sentimento de solidariedade, lutar por uma sociedade mais justa e solidária e, acima de tudo, acreditar sempre no poder transformador da educação.

7 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente.

Resumo:

Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Resumo:
Paulo Freire nos ensina a ensinar partindo do ser professor, ele reflete sobre saberes necessários à prática educativo-crítica fundamentados numa ética pedagógica e uma visão de mundo alicerçadas em rigorosidade, pesquisa, criticidade, risco, humildade, bom senso, tolerância, alegria, curiosidade, esperança, competência, generosidade, disponibilidade… molhadas pela esperança. Autonomia que faz da própria natureza educativa. Sem ela não há ensino, nem aprendizagem.(Gadotti, Moacir).
Palavras-chave:
PRATICAS EDUCATIVAS; EDUCACAO; PEDAGOGIA DA AUTONOMIA; PROFESSORES.

8 GARDNER, Howard; PERKINS, David; PERRONE, Vito e colaboradores. Ensino para a compreensão.

A pesquisa na prática

Resumo:

Parte I
fundamentos do ensino para a compreensÃo
1. por que precisamos de uma pedagogia da compreensão
2. o que é a compreensão?
parte II
o ensino para a compreensÃo em sala de aula
3. o que é ensino para a compreensão?
4. como os professores aprendem a ensinar para a compreensão
5. como é o ensino para a compreensão na prática?

parte III
a compreensÃo dos alunos em sala de aula
6. quais são as qualidades da compreensão?
7. como os alunos demonstram sua compreensão?
8. o que os alunos compreendem em classes de ensino para a compreensã?
9.promovendo o ensino para a compreensÃo
10. como podemos preparar novos professores?
11. como o ensino para a compreensão pode ser ampliado nas escolas?

Resenha:É consenso, hoje, que a escola precisa ensinar seus alunos a compreender e a pensar, de modo que possam ser bem-sucedidos nessa era de constante transformação e desenvolvimento tecnológico. neste livro, um grupo de renomados professores, propõe uma nova forma de ensinar, decorrente de uma pesquisa conjunta de seis anos. eles descrevem as bases teóricas subjacentes à estrutura do ensino para a compreensão, o processo e os resultados de sua aplicação em uma variedade de cenários de sala de aula, e as implicações para a formação de professores e a transformação da escola.

9 HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança

Resumo:

Palavras-chave:
ENSINO ; CONHECIMENTO; TECNOLOGIA; APRENDIZAGEM; EDUCACAO; SOCIEDADE DO CONHECIMENTO .

Resumo:
Capítulo 1:. O ensino para a sociedade do conhecimento: educar para a inventividade – Capítulo 2: O ensino para além da sociedade do conhecimento: do valor do dinheiro aos valores do bem – Capítulo 3: O ensino apesar da sociedade do conhecimento I: o fim da inventividade – Capítulo 4: O ensino apesar da sociedade do conhecimento II: a perda da integridade Capítulo 5: A escola da sociedade do conhecimento: uma entidade em extinção – Capítulo 6: Para além da padronização: comunidades de Aprendizagem profissional ou seitas de treinamento para o desempenho? – Capítulo 7: O futuro do ensino na sociedade do conhecimento: repensar o aprimoramento, eliminar o empobrecimento.

10 HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho.

Resumo:

Estão reunidos, nesta obra,  princípios essenciais da avaliação, no sentido da efetiva promoção da aprendizagem, de uma ação que se projeta no futuro, embasada em princípios éticos de respeito às diferenças. Estabelecendo relações entre uma concepção dialética de avaliação e os caminhos de aprendizagem, a autora desenvolve questões sempre polêmicas nas escolas: a análise de tarefas avaliativas, o papel dos professores

como mediadores em vários momentos de sala de aula, estudos de recuperação, a elaboração de testes, os registros de avaliação e outras.

“Avaliar para promover: as setas do caminho”, Ao fazer o Caminho de Santiago de Compostella, na Espanha, “as setas do caminho” foi uma metáfora utilizada sobre as setas amarelas que guiam os peregrinos durante a sua caminhada, uma vez que o livro aborda com profundidade os princípios fundamentais que devem nortear os rumos dos educadores que pretendem desenvolver sua prática avaliativa no sentido de promover melhores oportunidades de aprendizagem aos alunos.
O LIVRO segue também algumas dessas setas. Tem seus pontos de ancoragem na convicção de que os pilares essenciais para uma boa educação, ensinar e de aprender, a construção de alternativas pedagógicas para se alcançar uma escola para todos e a valorização de princípios éticos e de cidadania.

11 LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário

Resumo:

Capítulo 1
ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário

capítulo 2
para transformar o ensino da leitura e da escrita

capítulo 3
apontamentos a partir da perspectiva curricular

capítulo 4
É possível ler na escola?

capítulo 5
o papel do conhecimento didático na formação do professor

Resenha:Este livro testemunha um esforço constante para analisar as mudanças nas práticas docentes e teorizar sobre as ações necessárias para que tais mudanças ocorram.

12 MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos.

Resumo:

Ensino que Funciona – Estratégias Baseadas em Evidências para Melhorar o Desempenho dos Alunos
O que funciona na Educação? Como a pesquisa educacional encontra seu caminho até a sala de aula? Como podemos aplicá-la para ajudar nossos estudantes individualmente?
Perguntas como essas surgem na maioria das escolas, e os educadores, ocupados, freqüentemente não têm tempo para encontrar as respostas. Os autores examinam décadas de achados de pesquisa para destilar os resultados em novas e amplas estratégias de ensino que têm efeitos sobre a aprendizagem do aluno, tais como:
Identificar semelhanças e diferenças.Resumir e tomar notas.
Reforçar o esforço e proporcionar reconhecimento.
Praticar a aprendizagem cooperativa.
Estabelecer objetivos e dar feedback.Gerar e testar hipóteses.
Fazer perguntas, dar sugestões e usar organizadores avançados.

13 MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro

Resumo:

No livro Os sete saberes necessários à educação do futuro, Morin apresenta o que ele mesmo chama de inspirações para o educador ou os saberes necessários a uma boa prática educacional.

1º Saber – Erro e ilusão

Não afastar o erro do processo de aprendizagem. Integrar o erro ao processo, para que o conhecimento avance.

- A educação deve demonstrar que não há conhecimento sem erro ou ilusão

2º Saber – O conhecimento pertinente

Juntar as mais variadas áreas de conhecimento, contra a fragmentação. Para que o conhecimento seja pertinente, a educação deverá tornar evidentes:

O contexto , O global. O  o ser humano é multidimensional: é biológico, psíquico, social e afetivo. A sociedade contém dimensões históricas, econômica, sociológica, religiosa.

O complexo – ligação entre a unidade

3º Saber – Ensinar a condição humana

Não somos um algo só. Somos indivíduos mais que culturais – somos psíquicos, físicos,biológicos, etc.

A educação do futuro deverá ser um ensino centrado na condição humana

4º Saber – Identidade terrena

Saber que a Terra é um pequeno planeta, que precisa ser sustentado a qualquer custo.

5º Saber – Enfrentar as incertezas

Por muito que o progresso se tenha desenvolvido não nos é possível, nem com as melhores tecnologias, prever o futuro. O futuro continua aberto e imprevisível. O futuro chama-se incerteza.

6º Saber – Ensinar a compreensão

A comunicação humana deve ser voltada para a compreensão. Introduzir a compreensão; compreensão entre departamentos de uma escola, entre alunos e professores, etc.

Educar para compreender uma dada matéria de uma disciplina é uma coisa, educar para a compreensão humana é outra, esta é a missão espiritual da educação: Para uma compreensão da humanidade temos que ensinar e aprender com os obstáculos que existem para a compreensão.

7º Saber – Ética do gênero humano

É a antropo-ética: não desejar para os outros, aquilo que não quer para você. A antropo-ética está ancorada em três elementos:

Indivíduo

Sociedade

Espécie

Trabalhar para a humanização da humanidade; obedecer à vida, guiar a vida; realizar a unidade planetária na diversidade; respeitar ao mesmo tempo no próximo, a diferença e a identidade consigo próprio; desenvolver a ética da solidariedade; da compreensão; ensinar a ética do género humano. A antropo-ética tem assim a esperança na realização da humanidade como consciência e cidadania planetária. Ensinar a democracia. ENSINAR O AMOR…………

7 SABERES

1=ERRO E ILUSÃO.

2=O CONHECIMENTO PERTINENTE.

3=ENSINAR A CONDIÇÃO HUMANA.

4=IDENTIDADE TERRENA.

5=ENFRENTAR AS INCERTEZAS.

6=ENSINAR A COMPREENSÃO.

7=ÉTICA DO GÊNERO HUMANO.

14 PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar.

Resumo:

Este livro privilegia as práticas inovadoras e, portanto, as competências emergentes, aquelas que deveriam orientar as formações iniciais e continuas, aquelas que contribuem para a luta contra o fracasso escolar e desenvolvem a cidadania, aquelas que recorrem à pesquisa e enfatizam a prática reflexiva.

1) organizar e dirigir situações de aprendizagem ; 2) administrar a progressão das aprendizagens ; 3) conceber e fazer com que os dispositivos de diferenciação evoluam ; 4) envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho ; 5) trabalhar em equipe ; 6) participar da administração da escola ; 7) informar e envolver os pais ; 8) utilizar novas tecnologias ; 9) enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão ; 10) administrar a própria formação continua.

15 PIAGET, Jean. Para onde vai a educação?.

Resumo:
A parte inicial do livro, nos dá uma visão do ensino de hoje, particularmente o das ciências, e indica as fórmulas para o seu desdobramento futuro – tremenda incógnita que desafia homens de pensamento e homens de ação. A segunda parte deste livro – “o direito à educação no mundo atual”- pode ser resumida neste tópico do autor: “Afirmar o direito da pessoa humana à educação é assumir uma responsabilidade muito mais pesada do que assegurar a cada um a capacidade de ler, escrever e contar. È garantir a toda criança o inteiro desenvolvimento de suas funções mentais e a aquisição de conhecimentos e valores morais correspondentes ao exercício de suas funções, até adaptação à vida social atual”.

Palavras-chave:
EDUCACAO; CIENCIA.

16 PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino

Resumo:
Tudo o que julgamos saber sobre a inteligência, sua origem, gênese, fases diferentes do desenvolvimento, Jean Piaget focaliza num trabalho que é o resultado de 40 anos de pesquisas. Em ‘Psicologia e Pedagogia’, o Autor estuda o problema dos novos métodos psicológicos aplicados à Pedagogia. Jean Piaget, ao mesmo tempo em que demonstra as falhas da Pedagogia tradicional, retraça a história das tentativas mais importantes que vêm sendo feitas neste campo há mais de meio século, dá uma resposta pessoal – e que certamente causará grande impacto – à permanente crise do ensino. Palavras-chave:
PEDAGOGIA; PSICOLOGIA DA EDUCACAO; METODOLOGIA DO ENSINO.

Primeira parte: Educação e instrução desde 1935

1- A evolução da pedagogia

2- Os progressos da psicologia da criança e do adolescente

3- A evolução de alguns ramos do ensino

4- A evolução dos métodos de ensino

5- As transformações quantitativas e a planificação do ensino

6- As reformas de estrutura, os programas e os problemas de orientação

7- A colaboração internacional em matéria de educação

8- A formação dos professores do primeiro e do segundo grau

Segunda parte: Os novos métodos, suas bases psicológicas

1- A gênese dos novos métodos

2- Princípios de educação e dados psicológicos

17 TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional

RESUMO:

As pesquisas sobre formação e profissão docentes apontam para uma revisão da compreensão da prática pedagógica do professor, que é tomado como mobilizador de saberes profissionais.

Considera-se assim que este, em sua trajetória, constrói e reconstrói seus conhecimentos conforme a necessidade de sua utilização, suas experiências, seus percursos formativos e profissionais

Palavras-chave: saberes docentes, conhecimento, formação de

professores, pesquisa educacional, ensino

18 TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo.

Resumo:

Este trata-se de um livro, proveniente de pesquisas bibliográficas e opiniões do autor quanto a própria visão sobre a “revolução” de que sofremos hoje.O livro retrata os dias de hoje na educação, uma vez que após grandes evoluções adquirimos grandes desafios, revelando, com intensidade, a crise gerada através da popularização de aparelhos de TV, e frisando valores do tipo família, socialização e democracia.

Percebe-se, neste meio, como certos tópicos conseguem atrapalhar e ajudar, dependendo, muitas vezes, unicamente, da dosagem e da maneira aplicada. Indica que, com toda estas mudanças, o mercado de trabalho passou a ficar mais exigente, onde o mesmo associa que, em decorrência das novas tecnologias à educação, ter-se-á um empregado melhor preparado.Em um importante e considerável debate, o autor se posiciona em relação ao ensino privado e ao ensino público, cujos mesmos apresentam seus lados positivos e negativos, dando a oportunidade, então, de Tedesco mostrar as vantagens de um em relação ao outro. É um livro que capaz de orientar certos pensamentos e reflexões, que dizem respeito a educação num todo.

SÍNTESE O NOVO PACTO EDUCATIVO

Descrição as mudanças sociais, políticas e econômicas ocorridas no mundo tendem a exigir que a escola assuma as características de uma instituição “total”: além de responsabilizar-se pela formação do núcleo básico de desenvolvimento cognitivo, ela deve formar também a personalidade dos jovens. neste livro o autor discute as transformações que o ensino deverá sofrer para adequar-se às novas demandas sociais e propões as linhas mestras de um projeto educacional que assegure à escola do futuro um caráter universal e democrático.

19 VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora

Resumo:

A avaliação da aprendizagem vem se constituindo um sério problema educacional desde há muito tempo. A partir de década de 60, no entanto, ganhou ênfase em função do avanço da reflexão crítica que aponta os enormes estragos da prática classificatória e excludente: os elevadíssimos índices de reprovação e evasão escolar, aliados a um baixíssimo nível de qualidade da educação escolar tanto em termos de apropriação do conhecimento quanto de formação de uma cidadania ativa e crítica.
Mais recentemente, a avaliação está também muito em pauta em função das várias iniciativas tomadas por mantenedoras, públicas ou privadas, no sentido de reverter este quadro de fracasso escolar. Entendemos, todavia, que a discussão sobre avaliação não pode ser feita de forma isolada de um projeto político-pedagógico, inserido num projeto social mais amplo.
Neste trabalho nos aproximamos intensa e especificamente, das práticas concretas de avaliação da aprendizagem, através das representações e, sobretudo, pelas observações do cotidiano escolar. As formas de mediação que trazemos representam uma sistematização de práticas que já vêm ocorrendo, só que, muitas vezes, de maneira dispersiva, inconsciente, fragmentada ou mesmo contraditória.
O professor normalmente espera sugestões, propostas, orientações para sua tão desafiadora prática; muitos gostariam até de algumas “receitas”; sabemos, no entanto, que estas não existem, dada a complexidade e dinâmica da tarefa educativa. Entendemos que é necessário o professor desenvolver um método de trabalho, justamente para não ficar escravo de simples técnicas e procedimentos, que podem variar muito de acordo com a “onda” do momento.
Ao trabalharmos com a dimensão das mediações, visamos, de um lado, apresentar algumas possibilidades, tiradas da própria prática das escolas e dos educadores que estão buscando hoje uma forma de superação da avaliação seletiva, e, de outro, refletir sobre possíveis equívocos que se pode incorrer na tentativa de mudar as práticas tradicionais.

20 ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar

Resumo:

O argumento deste livro consiste em uma atuação profissional baseada no pensamento prático, mas com capacidade reflexiva e que necessitamos de meios teóricos para que a análise da prática seja verdadeiramente reflexiva.

- As variações Metodológicas da Intervenção na aula

- O Construtivismo

AS RELAÇÕES INTERATIVAS EM SALA DE AULA:- o papel dos professores e alunos

PAPEL DOS AGRUPAMENTOS

Cada tipo de agrupamento comporta vantagens e inconvenientes, certas possibilidades e certas potencialidades educativas diferentes.

A Escola como grande grupo

Organização da classe em equipes fixas, móveis e flexíveis .

A ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS

*multidiciplinaridade,interdisciplinaridade; transdisciplinaridade

OS MATERIAIS CURRICULARES E OUTROS RECURSOS DIDÁTICOS

Suporte de Informática:-Multimídia:-

A AVALIAÇÃO

SÍNTESE DOS 20 LIVROS…

1-aprendizado edesenvolvimento; um processo sócio-histórico,2= Metáforas novas para reencantar aeducação – epistemologia e didática;3= O construtivismo na sala de aula, 4= Aprender conteúdos & desenvolver capacidades; 5= A autonomia dos professores; 6= um tesouro a descobrir;7= Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente; 8=Ensino para a compreensão. A pesquisa na prática.;9= O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança; 10= Avaliar para promover: as setas do Caminho; 11= Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário; 12= Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos; 13= Os sete saberes necessários à educação do futuro; 14= 10 novas competências para ensinar. ;15= Para onde vai a educação?.16= Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino; 17=Saberes docentes e formação profissional.; 18= O novo pacto educativo; 19=Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora., 20=A prática educativa: como ensinar.

SÍNTESE DOS 20===-aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio-histórico, Metáforas novas para reencantar a Educação, epistemologia e didática; O construtivismo na sala de aula,Aprender conteúdos & desenvolver capacidades;  A autonomia dos professores; um tesouro a descobrir;Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente; Ensino para a compreensão, A pesquisa na prática..; O ensino na sociedade do conhecimento:educação na era da insegurança;  Avaliar para promover: as setas do Caminho;  Ler e escrever na escola: o real, o possível,o necessário…

Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos;  Os sete saberes necessários à educação do futuro;  10 novas competências para

ensinar. Para onde vai a educação?. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino; Saberes docentes e formação profissional.;  O novo pacto educativo; Avaliação da Aprendizagem- Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora., A prática educativa: como ensinar.

PLANO DE ESTUDO

1=20 LIVROS PENSADORES

2=8 DOCUMENTOS

3=ESPECÍFICA

SEPARE POR TEMAS:

FORMAÇÃO DO PROFESSOR:

1=CONTRERAS= AUTONOMIA DOS PROFESSORES

2=FREIRE= PEDAGOGIA DA AUTONOMIA=SABERES NECESSÁRIOS

3=MORIN=7 SABERES

4=PERRENOUD=10 COMPETÊNCIAS

5=TARDIF=SABERES DOCENTES E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

AVALIAÇÃO/ PESQUISA

1=HOFFMANN=AVALIAR PARA PROMOVER

2=VASCONCELOS=AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

3=ZABALA=PRÁTICA EDUCATIVA

4=GARDNER=A PESQUISA NA PRÁTICA

EDUCAÇÃO

1=ASSMAN=REENCANTAR A EDUCAÇÃO

2=DELORS=EDUCAÇÃO UM TESOURO

3=HARGREAVES=EDUCAÇÃO NA ÉRA DO CONHECIMENTO

4=PIAGET=PARA ONDE VAI A EDUCAÇÃO

5=TEDESCO=O NOVO PACTO EDUCATIVO

ALUNO/ CONTEÚDOS/APRENDIZAGEM

1=OLIVEIRA=APRENDIZADO E DESENVOLVIMENTO

2=COLL=CONSTRUTIVISMO SALA DE AULA

3=COLL=APRENDER CONTEÚDOS, DESENVOLVER CAPACIDADES

4=LERNER=LER E ESCREVER NA ESCOLA

5=MARZANO=ENSINO QUE FUNCIONA

6=PIAGET=PROBLEMAS DE ENSINO.

créditos:
Material organizado como resumo de conteúdos para as provas dos processos seletivos de professor temporário da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Esses conteúdos foram definidos pelas resoluções SE 80 e 87 de 2009 e serão obrigatoriamente considerados como referência para todos os concursos e processos seletivos da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, até 2013.
Esse resumo faz parte de um material relativo a um curso preparatório, que aparentemente foi organizado pelo sindicato dos professores e disponibilizado pela Oposição Alternativa, de Sorocaba.
Como nesse caso qualquer ajuda é bem-vinda:
Aos Professores (as)
Esperamos poder ajudar os colegas em relação a bibliografia na parte dos vinte livros dos pensadores.
Segue abaixo um resumo elaborado pela equipe de professores da OPOSIÇÃO ALTERNATIVA (Apeoesp) de Sorocaba.
Gostaria que este resumo fosse repassado para todos os colegas de sua escola.
Podem imprimir e colocar uma copia na sala dos professores ou repassar por e-mail para os colegas.
Mandem resposta sobre esta iniciativa, pois queremos a cada dia melhorar.
PROF. RAFAEL FAZZIO RACHID.
profrafael@hotmail.com

28 de set. de 2013

RESUMO DE LIVROS - CORTELLA, Mário Sérgio. A Escola e o Conhecimento.


Capítulo 1 – Humanidade, Cultura e Conhecimento
Educadores trabalham o conhecimento que não pode ser reduzido à modalidade científica, estatística, religiosa e afetiva, deve levar em conta a diversidade, desigualdade que forma a obra humana coletiva. Para isso é necessário analisa o ser humano na sua realidade.

O Que Significa Ser Humano?
Para Aristóteles, o homem é um animal racional. Para Platão, era um bípede implube e para Fernando Pessoa, um cadáver adiado. É à busca da nossa identidade que leva a essas definições.
O sentido de nossa existência é um tema presente em nossa História.. 
Como investigar cientificamente a nossa História?
Estamos num universo iniciado com o uma explosão chamada Big Bang, dela formou-se estrelas, o sistema solar, a galáxia, os planetas, entre eles a Terra e vidas diferentes, o homem é uma delas.
Copérnico e Galileu derrubaram a certeza de sermos o centro do universo. Darwin nos remeteu a superiorização de primatas. Freud suspeitou-se da noção da alma livre.
Enfim, a ávida é o intervalo entre o nascer e o morrer.

Um Passeio Para Nossas Origens
Em conexão ao meio ambiente, nossa estrutura orgânica é débil e nos habilita para poucas vantagens naturais. Nosso planeta oferece condições especializadas, senão construíssemos nossa cultura, seriamos um numero menor na Terra.

Cultura: Mundo humano
A cultura é inerente a todos humanos e por todos realizada. Dizer que alguém não tem cultura é uma discriminação ideológica, interpretando cultura como aspecto intelectual mais refinado. Cultura é a multiplicação de produções humanas realizada coletivamente, toda ela.

Conhecimento e Valores: Fronteira e Não Neutralidade
A prioridade do ser vivo é manter-se, apoiado no conhecimento e principalmente em valores. Pois é ele que estabelece hierarquia para coisas e acontecimentos dando significado e direção a vida, além de permitir uma visão do mundo que informe nossos conhecimentos e conceitos, antecedendo nossas ações, isto é, preconceito.
Valores e conhecimentos dependem da ação humana, são relativos, aplicado a um grupo social, num lugar e tempo histórico, apesar de individuais, se constrói coletivamente. A vida social, política e a manutenção de bens e pessoas na sociedade não são neutras, porque envolve poder e quem a possuo.
São a família, Igreja e outras instituições sociais que conservam ou inovam valores e conhecimentos.
Nos precisamos de procedimentos educativos, seja ela de vivencia e espontânea (vivendo e aprendendo) e a intencional e propositada (deliberada e organizada em lugares pré-determinados).

Capítulo 2 – Conhecimento E Verdade: A Motriz da Noção Básica
Todo educador tem uma interpretação sobre o conhecimento. No entanto, as concepções pedagógicas de cada um esta em uma estrita conexão com a teoria do conhecimento, e preocupar-se em julgar se é válido ou correto (o valor da verdade), ou seja, refletir sobre a verdade é parte da teoria do conhecimento.
A verdade origina-se do julgamento de uma coerência histórica, relativo a Cultura e a Sociedade num certo momento. È necessário utilizar o pensamento platônico como situação paradigma evidenciado e articulado entre o epistemológico (certo, autêntico -latim; não esquecível, não obscurecido - grego) e o político, e demonstrar verdade como Descoberta e Construção.

Elos Históricos do Paradigma Grego
Os gregos contribuíram para o ocidente na linguagem estética, política, filosófica, cientifica, moral, religiosa, etc.

O Percurso das Indagações Filosóficas
Os agropecuaristas, numa economia de subsistência, criaram mitos com conteúdos religiosos e nem por isso desprovido de uma racionalidade. Já percebiam ser necessário aprimorar forças produtivas e fazer alterações sociais. Saber como o mundo funciona, desenvolvendo assim um pensamento metódico e sistemático, e não uma aplicação imediata, mas refletiva, era importante para se produzir teorias.
Sobre o paradigma: a disputa entre a aristocracia – dirigentes políticos de economia dominante – e comerciantes –os que almejavam o poder – resultou numa organização da sociedade que por um lado facilitou o sistema econômico e do outro agrudizava o problema o poder político. Ao concentrar recursos os proprietários crivam interdependência e aumentava-se o número de poderosos.

A Presença de Sócrates
Apesar de durante séculos não se teve certeza de sua existência real, foram os registros de Platão e Xenofonte, que na modernidade com técnicas de investigação historiográfica se pôde constatar sua existência.
Sócrates indagava sobre uma Verdade Universal, acreditava que pudéssemos ser enganados pela percepção sensorial e pelo raciocínio, por isso decide consultar os deuses, orientado então por uma inscrição que havia no Templo: “Conhece-te a ti mesmo”, o que significa que a Verdade está em cada um.

Síntese Platônica
Platão com a coordenação de Sócrates, após a sua morte, abandona a polis por dez anos para viajar a estudos de conheciento de outras formas políticas, ao voltar a Atenas fundou a Academia. Dedicou-se a elaborar uma síntese das Tendências Filosóficas para buscar a explicação da realidade como um todo e o pensamento socrático voltado para o Homem.
“Se as verdades não são matérias, são eternas e imutáveis. Ele estabelece a teoria de dois mundos: o mundo sensível que é material, mutável, finito e imperfeito e o inteligível que é imutável, imaterial, eterno e perfeito”.
“A essência de cada um de nós é a alma: a matéria é o corpo. A alma é um original presente a este mundo junto com o corpo. A alma sedo imaterial, estava imortalmente participando do mundo das verdades. Elas conhecem a verdade e se esquecem ao ganhar um corpo.
Aprender é recordar, conhecer é descobrir.
É dever do filósofo desocultar as verdades, e dos cidadãos afastar-se das cópias.

Ressonância
A herança platônica tem função influenciadora, e compõe uma teoria sistemática. Aristóteles, discípulo de Platão criou um método próprio, com influencia de que as verdades são de essência imaterial.
Na Idade Média, o poder da igreja Católica levou a Filosofia a se unir com a Teologia. Os filósofos eram padres. Só no século XI foi fundado a Primeira Universidade na Itália onde alguns leigos foram convidados a filosofar, este período se chama Escolástico.
Conhecimento é uma relação entre sujeito e objeto e a Verdade, a relação entre eles.

Capítulo 3 – A Escola e a Construção do Conhecimento
Conhecimento não é algo pronto, e sim uma produção em conexão com a História. 

Relativizar: Caminho para Romper a Mitificação
Negar a compreensão das condições históricas, culturais do conhecimento ao educando acaba se reforçando a mitificação, incapacitando o de pensar. Os conhecimentos precisam de uma relativização para se configurar.
O conhecimento é fruto de uma convenção.

Intencionalidade, Erro e Pré-Ocupação
Saber pressupõe intencionalidade, o método é a ferramenta de execução, não garante exatidão, mas aproximação da verdade que depende da intencionalidade que é social e histórica. O conhecimento não é neutro, há valores embutidos.
O ensino do conhecimento científico é resultado do processo e este não estão isento de equívocos. Errar é decorrência da busca, só que não busca não erra. É através de uma pré-ocupação prévia de um assunto que se constrói o saber, porque a partir dela se instiga a pesquisa.

Encantamento, Ritualismo e Princípios
O universo do aluno e os conteúdos escolares resultam de diferentes avaliações da escola por docentes e discentes.
O comportamento infantil e do adolescente tem o lúdico e a amorosidade, assim, a sala de aula e a aula devem se compor desses elementos. Criar e recriar não só coisas prazerosas, mas tornar a aprendizagem gostosa e prazeroso.
Educadores dêem ter o universo vivencial como princípio para se atingir a meta do processo pedagógico. 
Em suma, o conhecimento é relativo à sociedade e a História, não é neutro. Esse processo é marcado pelas relações de poder. O conhecimento também é político, sua transmissão, produção e reprodução no espaço educativo é decorrente de uma posição ideológica.

Capítulo 4 – Conhecimento Escolar: Epistemologia e Política
Sobre a desordem escolar está a dependência da compreensão política que tivermos da finalidade do trabalho pedagógico ou da concepção sobre a relação ente sociedade e Escola que adotamos.

A Relação Sociedade/Escolar: Alguns Apelidos Circunstanciais
Há otimismo ingênuo onde a Escola em a missão salvífica. E o Otimismo crítico, onde valoriza-se a Escola sem que caia na neutralidade e que seja útil para a transformação social. Assim a pedagogia ganha ares políticos e uma autoridade relativa.

A Construção da inovação: Inquietação Conta o Pedagocídio
A realidade, o fracasso escolar, devem ser refletidos para não se ter um pedagocídio, se não souber dar significado aos conteúdos e integrá-los, acaba-se culpando os alunos por este fracasso.
A avaliação tem que ser um modo de identificar problemas e facilidades no ensino-aprendizagem para orientar posteriormente, sem punir, evitado a reprovação.
Postado por Prof. Lídia às 

RESENHA: A Escola e o Conhecimento: Fundamentos Epistemológico e Políticos - Mario Sergio Cortella


créditos para: Fábbio Xavier
Teólogo e Graduando em História


RESENHA: A Escola e o Conhecimento: Fundamentos Epistemológico e Políticos.

É impossível não ler Mario Sergio Cortella, sem passar pela temática da escola Nova, ao escrever o seu livro “A Escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos”, Cortella de forma prática e muito clara sempre embasada nos estudos e ensinamentos do grande pedagogo e educador Paulo Freire, coloca a Escola como um grande centro de pesquisa.

Mario Sergio Cortella traz uma análise concernente ao conhecimento que é produzido no interior da escola, seu livro é composto por cinco partes muito importantes para a compreensão da sua obra no todo, no primeiro capítulo traz como tema: Humanidade, cultura e conhecimento; no segundo: Conhecimento e verdade: a matriz da noção de descoberta; no terceiro: A escola e a construção do Conhecimento; no quarto: Conhecimento escolar: epistemologia e política e por fim ele conclui a sua obra com um quinto capítulo: Conhecimento, ética e ecologia.

Ao iniciar a análise desta obra, achei por bem iniciar o texto chamando para este diálogo o grande escritor Dermeval Saviane que na sua obra “Escola e Democracia” nos trás um grande discurso sobre como deveria ser uma escola democrática e autônoma, conforme podemos verificar nas suas palavras.

“A pedagogia nova começa, pois, por efetuar a crítica da pedagogia tradicional, esboçando uma nova maneira de interpretar a educação e ensaiando implantá-la, primeiro através de experiências restritas; depois, advogando sua generalização no âmbito dos sistemas escolares.” (SAVIANI, 2002, p. 7)

Perceba que Saviani coloca que a pedagogia nova tem esta característica de interpretar a educação através da experiência pessoal e principalmente dentro do ambiente escolar.

É perceber que o professor não é somente um mero transmissor do conhecimento, mas antes de tudo, ele é o mediador, será aquele que mostrará ao seu publico alvo como este conhecimento é construído, é poder trabalhar este ser humano que está em seu interior com cultura e conhecimento.

O autor coloca que existe uma luta constante através do tempo para conceituar o que significa ser humano, nos arremetendo aos conceitos filosóficos mais clássicos, como os de Aristóteles, Platão e ate os contemporâneos, como é o caso do escrito Fernando Pessoa, todos com seus conceitos.

 Cortella deixa bem claro que todo profissional que trabalha com a educação, antes de tudo, ele trabalho com uma ferramenta chamada conhecimento, que será o objeto principal de nossas atividades. Portanto, não podemos olhar para este objeto apenas com um olhar cientifico. E como diferenciar esta visão? Observando o conhecimento que é produzido no dia-a-dia no interior da escola.

Observe o que nos diz Cortella “Por isso, e para que possamos pensar o tema do conhecimento e, a partir dele, produzir uma reflexão que nos ofereça mais fundamentos para nossas práticas pedagógicas” (2009, p. 23), é pela prática do conhecimento que proporcionará aos profissionais da educação seus valores. 

Cortella tem o cuidado de conceituar de forma muito clara o que é, de onde vem, e como chegar ao conhecimento, que é uma ferramenta de suma importância para o educador, e traça um acompanhamento histórico e filosófico para tal finalidade, passando por filósofos importantes como Sócrates e Platão.

Quando Cortella coloca que a Escola é o local do conhecimento, subentende que ele está querendo nos deixar bem claro que a experiência vivida por cada educador acontece no campo prática vivenciada, no seu livro Pedagogia da autonomia de Paulo Freire coloca que não pode existir docente sem discente, ou seja, todo professor sempre será um eterno aluno.

Ao analisar o conhecimento como algo acabado, pronto e massificado é um perigo muito grande para o profissional da educação, é justamente dentro deste contexto que entra a proposta da escola nova, de colocar o professor não apenas como um mero transmissor do conhecimento para os seus alunos, mas como um mediador que não apenas leve o conhecimento, mas que indique quais os caminhos para se alcançar este conhecimento. Podemos verificar este posicionamento nas palavras de Cortella (2009, p. 95):

Não há conhecimento que possa ser apreendido e recriado se não se mexer, inicialmente, nas preocupações que as pessoas detêm; é um contra-senso supor que se possa ensinar crianças e jovens, principalmente, sem partir das preocupações que eles têm, pois, do contrário, só se conseguirá que decorem (constrangidos e sem interesse) os conhecimentos que deveriam ser apropriados (tornados próprios).

É importante observar que o espaço da escola é um local de aprendizagem em constantes transformações sociais, e o professor tem que ter os olhos abertos sem cercas para observar este ambiente que se chama escola.

Lembrando que as idéias sociológicas provocaram grandes alterações nas concepções pedagógicas, principalmente do ponto de vista epistemológico, que rejeitam os pressupostos idealistas, em contrapartida vemos os materialistas tradicionais contrapõem à dialética. (ARANHA, 2006).

Para finalizar a sua obra, Cortella traça um paralelo muito interessante acerca da ética dentro do processo da construção do conhecimento, quando falamos em ética logo nos vem à mente um sistema de regras do que podemos e não podemos fazer sobre as nossas escolhas.

É importante que a busca pelo conhecimento compartilhado venha ser trabalhado de forma ética, para que o profissional forme alunos integro comprometido com a pesquisa de forma verdadeiro sem máscaras e sem fingimentos.

Portanto, esta obra de Mario Sergio Cortella e sua tese do conhecimento é uma contribuição importantíssima no campo social, filosófico, político, cultural e intelectual tomando a escola como lugar de clímax, transporte e um importante veículo para disseminação de novo conceito de fazer educação. E, finalizo repetindo as palavras de Dermeval Saviani, eu acredito no poder da escola e em sua função de equalização social.
  


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2006.

CORTELLA, Mario Sergio. A Escola e o Conhecimento. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2009.

ROCHA, Ruth. Minidicionário. São Paulo: Scipione, 1996.

SAVIANI, Dermeval. Escola e Dem

4 de ago. de 2013

Resumo do livro: A Importância do Ato de Ler: em três Artigos que se Completam - Paulo Freire

Introdução


O livro “A Importância do Ato de Ler” de Paulo Freire, relata os aspectos da biblioteca popular e a relação com a alfabetização de adultos desenvolvida na República Democrática de São Tomé e Príncipe.

Ao mesmo tempo, nos esclarece que a leitura da palavra é precedida da leitura do mundo e também enfatiza a importância crítica da leitura na alfabetização, colocando o papel do educador dentro de uma educação, onde o seu fazer deve ser vivenciado, dentro de uma prática concreta de libertação e construção da história, inserindo o alfabetizando num processo criador, de que ele é também um sujeito.

1 - a importância do ato de ler

Segundo Paulo Freire a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra. O ato de ler se veio dando na sua experiência existencial. Primeiro, a “leitura” do mundo do pequeno mundo em que se movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo da sua escolarização, foi a leitura da “palavra mundo”. Na verdade, aquele mundo especial se dava a ele como o mundo de sua atividade perspectiva, por isso, mesmo como o mundo de suas primeiras leituras. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto em cuja percepção experimentava e, quando mais o fazia, mais aumentava a capacidade de perceber se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão ia aprendendo no seu trato com eles, na sua relação com seus irmãos mais velhos e com seus pais.

A leitura do seu mundo foi sempre fundamental para a compreensão da importância do ato de ler, de escrever ou de reescrevê-lo, e transformá-lo através de uma prática consciente.

Esse movimento dinâmico é um dos aspectos centrais do processo de alfabetização que deveriam vir do universo vocabular dos grupos populares, expressando a sua real linguagem, carregadas da significação de sua experiência existencial e não da experiência do educador.

A alfabetização é a criação ou a montagem da expressão escrita da expressão oral. Assim as palavras do povo, vinham através da leitura do mundo. Depois voltavam a eles, inseridas no que se chamou de codificações, que são representações da realidade. No fundo esse conjunto de representações de situações concretas possibilitava aos grupos populares uma “leitura da leitura” anterior do mundo, antes da leitura da palavra. O ato de ler implica na percepção crítica, interpretação e “re-escrita” do lido.

1.1 - Alfabetização de Adultos e Biblioteca Populares: Uma introdução

Para Paulo Freire falar de alfabetização de adultos e de biblioteca populares é falar, entre muitos outros, do problema da leitura e da escrita. Não da leitura de palavras e de sua escrita em si próprias, como se lê-las e escrevê-las, não implicasse uma outra leitura da realidade mesma, para aclarar o que chama de prática e compreensão crítica da alfabetização.

Do ponto de vista crítico é tão impossível negar a natureza política do processo educativo quanto negar o caráter educativo do ato político. Quanto mais ganhamos esta clareza através da prática, mais percebemos a impossibilidade de separar a educação da política e do poder.

A relação entre a educação enquanto subsistema e o sistema maior são relações dinâmicas contraditórias. As contradições que caracterizam a sociedade como está sendo, penetram a intimidade das instituições pedagógica em que a educação sistemática se está dando e alterando o seu papel ou o seu esforço reprodutor da ideologia dominante.

O que temos de fazer então, enquanto educadoras ou educadores, é aclarar assumindo a nossa opção que é política, e ser coerentes com ela na prática.

A questão da coerência entre a opção proclamada e a prática é uma das exigências que educadores críticos se fazem a si mesmos. É que sabem muito bem que não é o discurso o que ajuíza a prática, mas a prática que ajuíza o discurso. Quem apenas fala e jamais ouve; quem “imobiliza” o conhecimento e o transfere a estudantes, quem ouve o eco, apenas de suas próprias palavras, quem considera petulância a classe trabalhadora reivindicar seus direitos, não tem realmente nada que ver com a libertação nem democracia.

Pelo contrário, quem assim atua e assim pensa, consciente ou inconsciente, ajuda a preservação das estruturas autoritárias.

Só educadoras e educadores autoritários negam a solidariedade entre o ato de educar e o ato de ser educado pelos educandos.

Uma visão da educação é na intimidade das consciências, movida pela bondade dos corações, que o mundo se refaz. É, já que a educação modela as almas e recria corações ela é a alavanca das mudanças sociais.

Se antes a transformação social era entendida de forma simplista, fazendo-se com a mudança, primeiro das consciências, como se fosse a consciência de fato, a transformadora do real, agora a transformação social é percebida como um processo histórico.

Se antes a alfabetização de adultos era tratada e realizada de forma autoritária, centrada na compreensão mágica da palavra doada pelo educador aos analfabetos; se antes os textos geralmente oferecidos como leitura aos alunos escondiam a realidade, agora pelo contrário, alfabetização como ato de conhecimento, como um ato criador e como ato político é um esforço de leitura do mundo e da palavra. Agora já não é possível textos sem contexto.

A alfabetização de adultos e pós-alfabetização implicam esforços no sentido de uma correta compreensão do que é a palavra escrita, a linguagem, as relações com o contexto de quem fala, de quem lê e escreve, compressão, portanto da relação entre “leitura” do mundo e leitura da palavra. Daí a necessidade que tem uma de biblioteca popular, buscando o adentramento crítico no texto, procurando aprender a sua significação mais profunda, propondo aos leitores uma experiência estética, de que a linguagem popular é inteiramente rica.

A forma com que atua uma biblioteca popular, a constituição do seu acervo, as atividades que podem ser desenvolvidas no seu interior, tudo isso tem que ser como uma certa política cultural.

Se antes raramente os grupos populares eram estimulados a escrever seus textos, agora é fundamental fazê-lo, desde o começo da alfabetização para que, na pós-alfabetização, se vá tentando a formação do que poderá vir a ser uma pequena biblioteca popular com a inclusão de páginas escritas pelos próprios educandos.

1.2 - O Povo diz a sua Palavra ou a Alfabetização em São Tomé e Príncipe

Segundo Freire com a alfabetização de adultos no contexto da República Democrática de São Tomé e Príncipe, a cujo governo vem dando juntamente com Elza Freire, uma contribuição no campo da educação de adultos como assessor, se torna indispensável uma concordância em torno de aspectos fundamentais entre o assessor e o governo assessorado. Seria impossível, por exemplo, dar uma colaboração, por mínima que fosse a uma campanha de alfabetização de adultos promovido por um governo antipopular. Não poderia assessorar um governo que em nome da primazia da “aquisição” de técnicas de ler e escrever palavras por parte dos alfabetizando, exigi-se, ou simplesmente sugerisse que fizesse a dicotomia entre a leitura do texto e a leitura do contexto. Um governo para quem a leitura do concreto, o desenvolvimento do mundo não são um direito do povo, que, por isso mesmo, deve ficar reduzido à leitura mecânica da palavra.

É exatamente este aspecto importante — o da relação dinâmica entre a leitura da palavra e a leitura da realidade em que nós encontramos coincidentes os governos de São Tomé e Príncipes e nós.

Todo esforço que vem sendo feito em São Tomé e Príncipe na prática da alfabetização de adultos como na da pós-alfabetização se orienta neste sentido. Os cadernos de cultura popular vêm sendo usados pelos educandos como livros básicos, com exercícios chamados Praticar para o Aprender. A linguagem dos textos é desafiadora e não sloganizado. O que se quer é a participação efetiva do povo enquanto sujeito, na reconstrução do país, a serviço de que a alfabetização e a pós-alfabetização se acham. Por isso mesmo os cadernos não são nem poderiam ser livros neutros, é a participação crítica e democrática dos educandos no ato de conhecimento de que são também sujeitos. É a participação do povo no processo de reinvenção de sua sociedade, no caso a sociedade são tomense, recém-independente do jugo colonial, que há tanto tempo a submetia.

É preciso, na verdade, que a alfabetização de adultos e a pós-alfabetização, a serviço da reconstrução nacional, contribuam para que o povo, tomando mais e mais a sua História nas mãos, se refaça na leitura da História, estando presente nela e não simplesmente nela estar representado.

No fundo o ato de estudar, enquanto ato curioso do sujeito diante do mundo é expressão da forma de estar sendo dos seres humanos, como seres sociais, históricos, seres fazedores, transformadores, que não apenas sabem, mas sabem que sabem.

O povo tem de conhecer melhor, o que já conhece em razão da sua prática e de conhecer o que ainda não conhece.

Nesse processo, não se trata propriamente de entregar ou de transferir às massas populares a explicação mais rigorosa dos fatos como algo acabado, paralisado, pronto, mas contar, estimulando e desafiando, com a capacidade de fazer, de pensar, de saber e de criar das massas populares.

Na alfabetização pós-alfabetização não nos interessa transferir ao Povofrases e textos para ele ir lendo sem entender. A reconstrução nacional, exigem de todos nós uma participação consciente em qualquer nível, exige ação e pensamento, exige prática e teoria, procurar descobrir de entender o que se acha mais escondido nas coisas e aos fatos que nós observamos e analisando.

A reconstrução nacional precisa de que o nosso Povo conheça mais e melhor a nossa realidade.

2 - análise das idéias do autor

Ao elaborar uma síntese das reflexões sobre o livro “A Importância do Ato de Ler” e as relações da biblioteca popular com a alfabetização de adulto de Paulo Freire, leva-nos a compreensão da prática democrática e crítica da leitura do mundo e da palavra, onde a leitura não deve ser memorizada mecanicamente, mas ser desafiadora que nos ajude a pensar e analisar a realidade em que vivemos. “É preciso que quem sabe, saiba sobre tudo que ninguém sabe tudo e que ninguém tudo ignora” (FREIRE, p.32).

É essencial que saibamos valorizar a cultura popular em que nosso aluno está inserido, partindo desta cultura, e procurando aprofundar seus conhecimentos, para que participe do processo permanente da sua libertação.

“A biblioteca popular como centro cultural e não como um depósito silencioso de livros, é vista como um fator fundamental para o aperfeiçoamento e a intensificação de uma forma correta de ler o texto em relação com o contexto” (FREIRE, p.38).

Nesse sentido a atuação da biblioteca popular, tem algo a ver com uma política cultural, pois incentiva a compressão crítica do que é a palavra escrita, a linguagem, as suas relações com o contexto, para que o povo participe ativamente das mudanças constantes da sociedade.

“O processo de aprendizagem na alfabetização de adultos está envolvida na prática de ler, de interpretar o que lêem, de escrever, de contar, de aumentar os conhecimentos que já têm e de conhecer o que ainda não conhecem, para melhor interpretar o que acontece na nossa realidade” (FREIRE, p. 48).

Isso só conseguimos através de uma educação que estimule a colaboração, que dê valor à ajuda mútua, que desenvolva o espírito crítico e a criatividade: uma educação que incentive o educando unindo a prática e a teoria, com uma política educacional condizente com os interesses do nosso Povo.

Conclusão

Concluímos com a leitura desse livro, nós educadores e educandos para melhorarmos nossa prática devemos começar a avalizar que, a importância do ato de ler, não está na compreensão errônea de que ler é devorar de bibliografias, sem realmente serem lidas ou estudadas. Devemos ler sempre e seriamente livros que nos interessem, que favoreçam a mudança da nossa prática, procurando nos adentrarmos nos textos, criando aos poucos uma disciplina intelectual que nos levará enquanto professores e estudantes não somente fazermos uma leitura do mundo, mas escrevê-lo o reescrevê-lo, ou seja, transformá-lo através de nossa prática consciente.

Sabemos que, se mudarmos nossa disciplina sobre o ato de ler, teremos condições de formar as nossas bibliotecas populares, incentivando os grupos populares e a escrever seus textos desde o início da alfabetização; assim iríamos aos poucos formando acervos históricos escritos pelos próprios educandos.

E através da cultura popular o que se quer é a afetiva participação do povo enquanto sujeito na construção do país, pois quanto mais consciente o povo faça sua história, tanto mais que o povo perceberá, com lucidez as dificuldades que tem a enfrentar, no domínio econômico, social e cultural, no processo permanente de sua libertação.